Posts Tagged ‘Linux’

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Desabilitar o Chaveiro Padrão do Ubuntu 9.04

29/09/2009

Olá, amigos!

No Ubuntu quando se conecta a uma rede wireless o aplicativo ‘nm-applet’ precisa ter permissão para usar o chaveiro padrão e isso se repete toda vez que o computador for inicializado.
Se for a primeira vez que se usa o a rede wireless ele pede para o usuário configurar uma senha, logo basta deixar em branco e dar “ok”.
Se o chaveiro já possuir senha, basta ir no menu Aplicações -> Acessórios -> Senhas e Chaves de Criptografia. Lá deve-se clicar no menu Arquivo -> Novo -> Senha do Chaveiro.
Depois devemos adicionar um novo chaveiro, dê qualquer nome ao chaveiro e clique em adicionar. Vai aparecer para você definir uma senha, deixe em branco, dê “OK” e clique em “Usar armazenamento não seguro”.
Depois disso, vá na aba “Senhas”, clique com o botão direito no chaveiro que acabou de ser criado por você e coloque “Definir como padrão”. Feche o aplicativo e pronto.

Abraços!

Fonte: http://groups.google.com.br/group/ubuntubrasil/msg/6c8fa3f2d8ac8ce2

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Instalando o Linux pelo Pendrive

29/06/2009

Acabei de ter o notebook da empresa trocado, e por default, o bicho veio com Windows… Eu, louco para colocar Linux no mesmo, sem CD virgem! Fui atráz de uma solução e encontrei!

Encontrei um programa chamado UNetbootin, que transfere a imagem (ISO) da distribuição Linux que você quer para o pendrive e cria um menu que permite bootar como se fosse do CD. Então, os simples passos para bootar e instalar a partir do pendrive são:

  1. Baixe a imagem da sua distribuição (.iso)
  2. Baixe o UNetbootin em http://unetbootin.sourceforge.net/
  3. Execute o mesmo e sete a distribuição e a localização da imagem como na figura e clique ok (vai demorar um pouquinho):
  4. Reinicie o computador, lembrando de setar na BIOS que ele deve bootar do pendrive!
  5. Agora, é só seguir como de costume.

Vamos lá!!!

Fonte: http://jmmwrite.wordpress.com/2008/10/17/instalando-o-ubuntu-pelo-pendrive/

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Criando um servidor de impressão em LINUX

19/02/2009

Criando um servidor de impressão para residências e pequenas empresas com Linux

Autor: Antonio Carlos Vasques da Silva <>
Data: 02/12/2005

O por quê deste trabalho

Inicialmente usei um pequeno celeron 466 como servidor de conexão a internet, arquivos e de impressão baseado em Windows Millenium.

Este SO consumia-me muito tempo com manutenção, fazendo com que eu perdesse muito mais tempo no servidor do que meu próprio PC 😦

E já tendo experiência com Linux em desktop, resolvi então adotá-lo para as mesmas tarefas já realizadas em plataforma proprietária, vendo se a configuração da impressora seria tão fácil como no Windows.

Equipamento

Usei o seguinte computador:

  • celeron 466MHz
  • 188Mb RAM a 66MHz
  • uma clássica unidade de cd-r
  • outra de cdr-w
  • vídeo onboard

E como impressora, a canon i250:

A distribuição Linux

Para facilitar meu trabalho, mantive a mesma distribuição do desktop, o Mandriva 2005 LE, pois ele tem uma característica muito útil: você pode instalar programas de qualquer interface gráfica com somente as dependências necessárias, evitando uma grande quantidade de programas sem uso no HD.

Minha experiência com um servidor em modo gráfico não foi das melhores, pois – mesmo usando o iceWM – as ferramentas de configuração do Mandriva são muito pesadas e nem sempre a configuração planejada pelos desenvolvedores atenderá as suas necessidades. Além do mais, com os tutoriais do VOL, consegui respostas para todos os obstáculos que poderiam dificultar o trabalho em modo texto.

Fiz uma instalação espartana, com aproximadamente uns 350MB sem o X11 e depois mais uns 80MB para todos os programas extras. Assim, um HD de 500MB atenderá seus anseios sem maiores delongas.

Para edição de texto usei o nano, prático e muito mais intuitivo que o vi (perdoem-me os puristas, mas simplicidade é fundamental).

Para a configuração da impressora, instalei o lynx. Um browser bem completo para modo texto e que atendeu plenamente minhas necessidades…
Então, não terá dificuldade em usá-los para realizar os mesmos passos que fiz aqui. ;-))

Não instale o servidor gráfico porque ele não terá utilidade e consumirá recursos de processamento da máquina necessários para outras funções. Assim, seu PC velho terá mais “fôlego” para a jornada diária!

CUPS & cia…

Para fazer meu servidor de impressão, instalei os seguintes pacotes:

  • nano
  • lynx
  • cups (*)
  • cups-common
  • ghostscripts
  • ghostscripts-fonts
  • os drivers da impressora (ou cups-drivers caso a aquela seja suportada nativamente)

Sendo que este processo variará de distro para distro, principalmente no quesito dependências.

A instalação dos pacotes obedecerá ao padrão da sua distro. No Mandriva, “urpmi nome_do_pacote”; no Red Hat, “rpm -ivh”, etc.

(*) tem distribuições que não dividem o CUPS em partes como a minha; assim, ao instalá-lo, falo-á por completo, podendo necessitar de mais espaço em disco.

Configurando o CUPS em modo texto

Esta parte visa apenas dar-lhe uma orientação básica para facilitar sua vida e para que não tenha de perder tempo. Afinal, se você tem uma pequena empresa, tempo é dinheiro… ;-))

Você pode configurar o CUPS de duas maneiras: diretamente no servidor ou remotamente via SSH, por exemplo. Este foi o método adotado.

Bem, vamos lá:

1) no servidor, adquira status de root e chame o lynx no endereço/porta do CUPS:

# lynx http://localhost:631

2) aparecerá a seguinte imagem:
3) navegue com as setas direcionais até “Manage printers”, tecle enter e espere o pedido da senha do root (outra autenticação mesmo que já esteja como root):
4) entre com o nome da impressora (importantíssimo para determinar o nome a ser reconhecido pelos clientes), sua localização e descrição; clique em “continue”:
5) na próxima janela, em “device”, tecle “enter” para escolher a porta onde a impressora estiver instalada (veja aqui que o CUPS já detectou qual é a minha na porta onde foi conectada no PC…):
6) na janela seguinte, escolha a marca da impressora:
7) a seguir, escolha o driver da impressora:
8) completado o passo anterior, a janela seguinte mostra que a impressora foi devidamente instalada:
9) o dizer “Printer State: idle, accepting jobs” mostra que a impressora está pronta para receber trabalhos:
Seguindo estes passos, você pode instalar quantas impressoras quiser e escolher uma padrão teclando “enter” na opção “Set As Default”.
Configurando os clientes

>>>adicionar foto PC14.jpg<<<

Nos PCs com Linux, o servidor CUPS terá de ser instalado também, inclusive com os drivers da impressora. Feito isso, após a configuração da mesma no servidor, basta apenas reiniciar o primeiro nos clientes:

# service cups restart
ou
# /etc/rc.d/init.d/cups restart

A detecção é automática, sem precisar de compartilhá-la via samba. Veja a imagem abaixo de meu PC-cliente:

Não é preciso nenhuma configuração extra.

Para os clientes Windows, você terá de seguir a rotina para cada versão, sendo que o endereço é \nome_do_servidor ome_da_impressora. os drivers para estas plataformas fazem-se necessários.

O que o usuário não pode esquecer é que somente o root no servidor tem poderes para modificar qualquer parâmetro da impressora. A permissão que o usuário tem em seus arquivos não se aplica ao servidor.

Isto é uma garantia a mais de que não ocorrerá nenhuma “mexida não autorizada” nas configurações do CUPS/impressora.

Conclusão

O CUPS está rodando perfeitamente no servidor e este é administrado remotamente por SSH.

A utilização de um computador defasado – muito comum em residências e escritórios/pequenas empresas – pode significar uma redução significativa de recursos compartilhando uma impressora sem recorrer-se a cópias não autorizadas de softwares proprietários.

O servidor pode ser continuamente atualizado – na parte de software – por uma versão mais nova da distro usada como servidor, o que não é verdade para o Windows em suas versões mais novas.

Este trabalho visou apenas dar um suporte ao usuário que deseje ter um compartilhamento de recursos sem gastos com software.

O resultado final é plenamente positivo, com a qualidade dos trabalhos nada deixando a desejar para a instalação no Windows.


Fonte:

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Criando-um-servidor-de-impressao-para-residencias-e-pequenas-empresas-com-Linux

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Uma nova distro Linux parecida com Windows

19/12/2008

Nas minhas andanças pela web achei um post de um blog bem conhecido pela comunidade de tecnologia do portal IG, que fala sobre uma nova distro linux, a princípio é o que aparenta ser, que tem uma idéia muito interessante.

Essa distro se propõe a ser o mais compatível passível com o windows xp, e diz que até dá pra instalar softwares do mundo windows diretamente no sistema.

Pelo que eu pude ver, me parece que o sistema todo roda em cima do Wine do linux, mas chega de blá, blá, blá e vamos a matéria.

Segue:

Ame-o ou não, o Windows completou 25 anos ontem, dia 10 de novembro. 25 anos de “anúncio”, veja bem, porque junto com o sistema nasceu a tradição da Microsoft de furar datas de lançamento: o produto só chegou às lojas dois anos depois, em novembro de 1985. Curiosamente era a versão 1.01, o que iniciou também outra tradição: lançar correções para um produto simultâneamente com sua chegada às lojas. Neste caso, a correção já veio embutida )

Mas você sabiam que existe um outro “Windows”, que não é desenvolvido pela Microsoft, tem seu código-fonte aberto (ou seja, é “Open Source”) e é gratuito? Claro, por motivos legais ele não pode se chamar Windows já que o nome é marca registrada da Microsoft. Seu nome, portanto, é ReactOS.

A idéia do projeto é criar um sistema operacional baseado na mesma arquitetura do Windows NT (que é a base para o Windows XP), com compatibilidade com os aplicativos e drivers já existentes. O sistema ainda está em desenvolvimento, mas já roda aplicativos como o Firefox e OpenOffice.org, por exemplo, e até mesmo alguns games como a primeira versão de Unreal Tournament, embora a compatibilidade no geral ainda seja limitada. O site tem um “guia de compatibilidade” que lista os aplicativos testados pelos usuários e dá notas (de 1 a 5) de acordo com o quão bem eles rodam.

O ReactOS ainda está na versão 0.3.7, um alpha, ou seja, com recursos incompletos e não pronto para uso no dia-a-dia. No site, é possível baixar um LiveCD (para rodar o sistema direto de um CD sem instalar nada no micro), CD de instalação (para instalar o ReactOS no PC), e imagens para rodar o sistema em uma máquina virtual (como o VMWare ou QEMU) dentro do Windows, Mac OS ou Linux, além do código fonte. Se você gosta de experimentar novidades, é um prato cheio!

ReactOS 0.3.0

E pra completar: quer ver “fotos” de todas as versões do Windows, desde a 1.01 até o Vista? Então corra para o site GUIdebook – Graphical User Interface Gallery. Além de imagens do sistema da Microsoft, você vai encontrar screenshots de praticamente todos os outros sistemas e interfaces gráficas já lançados, do OS/2 ao Mac OS X. Imperdível para quem aprecia a história da informática.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/11/11/clonando-o-windows/

Bom pessoal é isso, espero que gostem. Quem sabe um dia teremos um Linux que roda o Windows  😀

Até a próxima.

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Administre Emails com Qmail

17/12/2008

Administre Emails com Qmail

Autor: Pablo Martins F. Costa 
Data: 22/04/2002
http://www.cbsp.com.br/pablo/conectiva-toaster/qmail-admin.txt

Você pode distribuir, utilizar e alterar livremente estas rotinas desde
que mantenha este comentário que identifica o autor original.

Conectiva Toaster versao 0.5: Copyright 2000 Pablo Martins F. Costa 

You should have received a copy of the GNU Public
License along with this package; if not, write to the
Free Software Foundation, Inc., 59 Temple Place – Suite 330,
Boston, MA 02111-1307, USA.

*/ 

Este documento tem o objetivo de familiarizar administradores
de rede com o sistema de email formado pela solucao:

qmail, vpopmail, courier-qmapd, qmail-scanner e sqwebmail

Descricao:

qmail:
O qmail é um dos mais poderosos servidores de emails existentes
hoje no mercado e tambem um dos mais seguros.

vpopmail:
E’ um excelente sistema que funciona integrado ao qmail para
fornecer e facilitar a admintracao de dominios virtuais. Com ele nao
ha necessidade de se utilizar contas reais no sistema para os usuarios.
Possui otimas ferramentas para adminstracao, tanto via console quanto
via web.

courier-imapd:
É um servidor de imap que alem de muito bom é compativel com o formado
de armazenar emails que o qmail utiliza. Ele é importante na utilizacao
de webmails como o IMP que se utilizam de imap para acessar as mensagens.

qmail-scanner:
Um poderoso sistema que filtra as mensagens a procura de virus
e caso encontre intercepta a mensagem e impede que ela chegue
ao destinatario.

maildrop:
Excelente filtro de mensagens

Agora vou discutir cada um destes programas explorando os aspectos
mais importantes na adminstracao do sistema.

sqwebmail: Leitor de emails via web

*** qmail

O diretorio base do qmail é /var/qmail 

Exemplos: 

/var/qmail/control (arquivos de configuracao)
/var/qmail/bin (binarios do qmail)
/var/qmail/queue (fila de emails)
/var/qmail/alias (apelidos de email)
/var/qmail/supervise (scritps de inicializacao)

* Dentro de /var/qmail/control encontramos varios arquivos importantes
os quais podemos modificar suas configuracoes sem precisar dar restart
no sistema de email.

concurrencyremote

– Serve para definir quantos emails simultaneos o sistema aceita
enviar. Geralmente seu conteudo e’ 255. Voce pode aumentar ou
dimuir este valor, mas sempre levando em conta a velocidade da
sua rede e a capacidade da maquina de lidar com muitas conexoes
simultaneas 

databytes

– Serve para se definir o tamanho maximo que uma mensagem pode ter
por exemplo: 50000000 (seria algo como 50 Megabytes)
deixe vazio ou apague o arquivo se nao quiser limitar

defaultdomain

– Define o dominio padrao do sistema. EX. exemplo.com.br

me

– Este arquivo contem o nome de seu servidor de email

rcpthosts

– Contem os nomes dos dominios para os quais ele aceita receber emails.
as ferramentas de adminstracao editam este arquivo automaticamente

tarpitcount e tarpitdelay

– Estes dois arquivos funcionam em conjunto. Eles servem para evitar
que os usuarios enviem spam ou emails com milhares de destinatarios.
tarpitcount define o maximo de destinatarios que uma mensagem pode 
conter, e tarpitdelay diz o tempo que o servidor de qmail demora
para aceitar cada novo destinatario depois que ultrapassou o limite
de destinatarios especificados em tarpitcount. 
exemplo: se tarpitcount=50 e tarpitdelay=30, o sistema demorara 
30 segundos para aceitar cada novo destinatario excedente
desestimulando a pessoa que esta enviando de continuar.

virtualdomains

– Define os dominios virtuais, voce nao precisara editar este arquivo,
as ferramentas de administracao fazem isto automaticamente.

* Iniciar, parar os servicos.

Os scripts de inicializacao estao em /var/qmail/supervise,
mas existe um link para este diretorio em /service

Temos os scripts:

/service/smtp/run (Inicializa o servidor de smtp)
/service/send/run (Inicializa o servico de envio)
/service/pop3/run (Inicializa o servico de pop3)

O adminstrador nao deve se preocupar com os scripts acima,
tudo que ele precisa saber eh que para iniciar/parar
o sistema usa-se:

/etc/init.d/qmail start (inicia todos os servicos de /service)
/etc/init.d/qmail stop (para todos os servicos de /service)

Os programas responsaveis pelo start ou stop dos servicos se chamam
daemontools e ucspi-tcp. O daemontools é um vigilante do servico,
se algum dos servicos parar de funcionar o daemontools liga ele
novamente, e o ucspi-tcp é um substituto do inetd, ou seja ele que
eh responsavel pela execucao dos servidores de smtp e pop3.

* qmailctl {restart|doqueue|reload|stat|pause|cont|cdb|queue|help}

Para adminstrar outras funcoes do qmail temos o comando qmailctl.

Descricao das opcoes

restart : Reinicia os servicos 
reload : Le novamente os arquivos de configuracao
pause : Paralisa o envio da fila de emails
cont : Continua a enviar a fila de emails
doqueue : Manda ele percorrer a fila de email novamente
stat : Verifica o status dos servicos

queue : Serve para visualizar a fila de emails a serem enviados

exemplo: qmailctl queue

15 Mar 2002 18:55:14 GMT #286970 2473 
remote test@dominio.com.br 

A primeira linha informa quem esta enviando a mensagem, e a segunda
qual o destinatario. O codigo #286970 eh a identificacao da mensagem
na fila de emails.

se executar o comando:

find /var/qmail/queue -name “285816” -print 

voce encontrara algo parecido com isto:

/var/qmail/queue/bounce/285816
/var/qmail/queue/mess/18/285816
/var/qmail/queue/info/18/285816
/var/qmail/queue/remote/18/285816 

E’ que o qmail organiza sua fila de emails numa estrutura de diretorios,
mas nao vamos aqui explicar exatamente como isto funciona, apenas vou dizer
que a mensagem fica no diretorio /var/qmail/queue/mess que no exemplo é:
/var/qmail/queue/mess/18/285816 
Uma dica interessante é a seguinte. Imagine que um usuario tenha enviado um email
com grandes anexos para varios destinatarios, e isto esteja deixando seu servidor
muito lento. Voce pode remover este email da fila usando o comando qmailctl queue
para identificar o codigo da mensagem (no nosso exemplo 285816). dai em seguida 
executar o comando:

find /var/qmail/queue -name “285816” -exec -rm -f {} ;

com isto este email saira da fila e seu sistema se livrara do pesado fardo 🙂

cdb : Serve para atualizar a lista de ips para o qual este servidor aceita
enviar emails (Isto se chama fazer relay no jargao)

O arquivo que vc especifica quem pode fazer relay fica em
/usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp 

exemplo de seu conteudo:

127.0.0.1:allow,RELAYCLIENT=”” 
:allow

com isto esta maquina so aceita fazer relay para si mesma. Imagine que
na sua intranet os micros tenham ip na faixa 172.16.1.*
voce entao deixaria o arquivo assim:

127.0.0.1:allow,RELAYCLIENT=””
172.16.1.:allow,RELAYCLIENT=”” 
:allow

com isto seu sistema aceitara enviar emails provenientes
de ips de sua intranet.
Lembre-se de sempre executar o comando qmailctl cdb quando fizer
qualquer alteracao no arquivo /usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp

E quanto as pessoas que se conectam a internet via linha discada
e com ip dinamico, como abrir o relay para elas?
Para isto o sistema de email possui uma caracteristica que se chama
relay after pop, ou seja, qualquer usuario que leia seu email via
pop3 tera automaticamente o relay aberto para seu ip pelo periodo
de uma hora. No crontab da maquina (Executor de tarefas agendadas)

tem a seguinte configuracao:

9-59,10 * * * * /usr/local/vpopmail/bin/clearopensmtp 2>&1 > /dev/null 

Isto faz com que a lista de ips que tem direito a relay seja limpa 
de minuto em minuto.

Voce pode ver a lista de arquivos temporarios que este sistema gera
executando o comando: ls /usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp*

*** vpopmail

O vpopmail extende muito as capacidades do qmail, provendo
dominios virtuias e diversas maneiras de autenticacao, alem
de possuir ferramentas de admintracao muito boas.

Os programas do vpopmail estao em:

/usr/local/vpopmail

Os dois diretorios mais importantes sao:

/usr/local/vpopmail/bin (onde ficam os binarios)
/usr/local/vpopmail/domains (onde ficam as contas dos usuarios)

Os comandos do vpopmail que discutiemos aqui sao:

vadddomain
vadduser
vdeluser
vpasswd
vsetuserquota
vuserinfo 

Neste tutorial vamos usar de exemplo a criacao de um dominio de teste.

Lembre-se: antes de criar um dominio, tenha previamente um dns com
o mx configurado para que ele possa receber emails.

Admitindo-se que estamos no diretorio /usr/local/vpopmail/bin
para criar um dominio utilizamos o comando:

./vadddomain teste.com.br senha

Voce nao precisa saber, mas para usa informacao este
comando automaticamente modifica os seguintes arquivos:

/var/qmail/control/locals, rcpthosts, virtualdomains
/var/qmail/control/virtualdomains
/var/qmail/users/assign, cdb

e tambem cria os diretorios

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/postmaster/Maildir

O arquivo de senhas pode ser encontrado em:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/vpasswd

Sempre que um dominio novo eh criado, juntamente com ele é criado
o usuario padrao chamado postmaster que posteriormente servira
para administrar o sistema via web com a ferramenta qmailadmin.
O usuario postmaster terá a senha que vc especificou na criacao do dominio.

Agora que ja criamos o dominio vamos a proxima etapa que é criar um usuario

./vadduser pablo@teste.com.br senha

com isto o usuario pablo sera criado, e seu diretorio home sera:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo

No aquivo de senhas /usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/vpasswd 
tera uma entrada do tipo:

pablo:$1$7nqTyLOr$iZKRcKCBSQXta1t1mnoWs/:1:0:Pablo Costa:/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo:50000000:xxxx 

Que representa:
username:senha criptografada:uid:gid:nome:diretorio home:quota:senha nao criptografada

com o comando vuserinfo podemos obter estas informacoes sem olhar no arquivo de senha:

./vuserinfo pablo@teste.com.br
name: pablo
passwd: $1$7nqTyLOr$iZKRcKCBSQXta1t1mnoWs/ 
clear passwd: 123456 
uid: 1
gid: 0
dir: /usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo
quota: 50000000

Uma coisa interessante sao as quotas, ou seja, o espaco em disco
que um usuario pode utilizar.

como referencia 1000000 equivale aproximandamente a um megabytes

Por exemplo podemos por a quota do usuario em 5Mbytes

./vsetuserquota pablo@teste.com.br 5000000

para desabilitar as quotas:
./vsetuserquota pablo@teste.com.br NOQUOTA 

PS: O sistema esta de padrao tem uma quota de 50Mbytes

Para alterar a senha de um usuario
./vpasswd pablo@teste.com.br nova_senha

Para remover um usuario:
./vdeluser pablo@teste.com.br

* Aliases (Apelidos)

Voce pode criar contas que sao apelidos para outras,
para isto basta criar arquivos com o nome .qmail-apelido
na raiz do dominio. Dentro deste arquivo deve ser colocado
uma email por linha.

Por exemplo:

Criamos o arquivo:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/.qmail-webmaster

com o conteudo:

fulano@teste.com.br
ciclano@teste.com.br

Quando o sistema receber algum email enderecado para
webmaster@teste.com.br ele enviara para a lista de
enderecos definida acima.

Tome cuidado para nao criar apelidos, quando uma conta ja
existe. Por exemplo se existe o usuario fulano, voce nao
podera criar o alias .qmail-fulano que nao vai funcionar.

* Maildir

Aqui explicaremos como como e’ a estrutura Maildir
que e’ onde ficam armazenadas as mensagens dos usuarios.

O usuario pablo por exemplo quando recebe uma mensagem nova
ela vai parar em:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/new

Se o usuario pablo ler a mensagem sem remove-la do servidor
ela vai para:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/cur

E para manipulacao de temporarios existe o diretorio:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/tmp

Quando vc cria uma pasta no webmail por exemplo com o nome “pasta”

ela vai parar em:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/.pasta
e dentro dela se repetem as estruturas new, cur e tmp

O formato maildir guarda cada mensagem separadamente, ao contrario
do formato inbox que tem um unico arquivo para todas as mensagens

*** qmailadmin

Acessando o endereco: http://mail.teste.com.br/cgi-bin/qmailadmin
vc vai ver a interface de administracao de usuarios do vpopmail
preencha o campos

Conta Principal : postmaster
Dominio : teste.com.br
Senha : senha

Como se trata de um sistema visual, nao vou explicar neste documento
como usar o qmailadmin, mas ele é bastante intuitivo e la voce podera
criar/remover/alterar contas, criar redirecionamentos e listas de email

*** Endereco de templates do qmailadmin:

/usr/local/share/qmailadmin/html/

Todas as paginas que terminam com .html sao templates

O arquivo /usr/local/share/qmailadmin/html/pt-BR
é a traducao do sistema.

*** vqadmin

O vqadmin eh uma ferramenta para o admistrador do sistema de email como
um todo, e o qmailadmin e’ um administrador restrito a um dominio.

Para acessa-lo visite: http://mail.teste.com.br/cgi-bin/vqadmin/vqadmin.cgi
ele pedira usuario e senha pré cadastrada pelo instalador
do sistema.

Como ele vc pode definir os padroes de cada dominio, como por exemplo
a quota padrao dos usuarios.

Por exemplo a partir da tela principal clique em “Mostrar Dominios”
e em seguida pressione o botao “Mostrar Dominios”.
Voce vera a lista dos dominios existentes.

Escolha um para administrar clicando em cima do nome dele.

as opcoes: 

Contas
Redirecionamento
Apelidos
Auto Resposta
Listas de distribuição 

Servem para voce definir o numero deste recurso que estara disponivel
no qmailadmin. Por exemplo se vc fixar contas em 100, no qmailadmin
nao sera possivel criar mais que 100 contas.

Outra opcao interessante eh mudar a quota de um usuario:
clique em “Mostrar Dominios” e em seguida pressione 
o botao “Mostrar Dominios” e a seguir no final da tela
clique em “Mostrar Usuarios”

Escolha o usuario clicando em cima de seu nome, defina quota e pressione
“Modificar conta de email”

Para trocar a senha do vqadmin que fica em:
Utilize o comando:

htpasswd /usr/local/vpopmail/etc/vqadmin.passwd postmaster

PS: A senha so vqadmin eh independente da senha do qmailadmin

*** Os templates do vqadmin estao em:

/var/www/cgi-bin/vqadmin/html
Todas as paginas que terminam com .html sao templates

O arquivo /var/www/cgi-bin/vqadmin/html/pt-BR
e’ a traducao do sistema.

*** Antivirus

Os emails que contiverem virus vao parar numa pasta
em formato maildir que fica em:

/var/spool/qmailscan/viruses/new

Aconselha-se apagar os arquivos da pasta acima de tempos em tempos
para evitar superlotacao do HD

Voce recebera no email postmaster@dominio.com.br as notificacoes dos
emails que continham virus.

Voce tambem pode ver o log dos virus encontrados em:
/var/spool/qmailscan/viruses.log 

* Script de atualizacao

Existe o script: /etc/cron.daily/update_mcafee
que e’ responsavel pela atualizacao diaria do antivirus
se voce quiser pode excuta-lo diretamente:
/etc/cron.daily/update_mcafee 

* Verificacao da versao
execute o comando: /usr/local/bin/uvscan –version

Exemplo de saida:

Virus Scan for Linux v4.16.0
Copyright (c) 1992-2001 Networks Associates Technology Inc. All rights reserved.
(408) 988-3832 LICENSED COPY – Nov 13 2001

Scan engine v4.1.60 for Linux.
Virus data file v4191 created Mar 14 2002
Scanning for 60089 viruses, trojans and variants. 

Veja a linha “Virus data file v4191 created Mar 14 2002″
ela diz qual foi a ultima atualizacao do antivirus.

* desligar o antivirus

Se o computador nao tiver muita memoria (O ideal eh 256M no minimo)
Vc pode desligar a varredura de virus ate solucionar o problema.

Edite o arquivo /service/smtp/run

Comente as linhas

QMAILQUEUE=”/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl”

Deixando-as assim:

#QMAILQUEUE=”/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl”

Comente tambem a linha linha:

#export QMAILQUEUE QMAILINJECT PATH 

Deixe somente assim:

export PATH 

A seguir execute:
qmailctl restart 

* Perlscanner

O qmail-scanner alem de funcionar como antivirus pode funcionar como
um filtro de email para banir certas extensoes que comumente sao virus
como .vbs .pif 

Atraves do sistema de filtros que existe no qmail-scanner podemos colocar certos filtros
no arquivo /var/spool/qmailscan/quarantine-attachments.txt 

no final deste arquivo vc pode especificar seus filtros como por exemplo:

email@dominio.com.br From: “Email Banido”

Ou seja sao 3 campos que devem ser separados por um espaco de Tab.

email From: “Descricao do filtro”

Mas va ao final deste arquivo para ver os filtros
implementados.

Voce vera as extensoes de arquivos que sao proibidas,
pelo fato de invariavelmente conterem virus.

O filtro segue o formato:

Extensao 0 Descricao

O zero signigica o tamanho maximo que o arquivo com determinada
extensao pode ter. Como colocamos zero ele nao permite a extensao.

Apos efetuar qualquer modificacao no filtro executar o comando:

/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl -g

Para ele refazer a base de filtros.

Maiores informacoes:
http://exe2bin.com/qmail-scanner/

* Badmailfrom

Muitos virus como NIMDA ou CODERED quando infectam um computador
costumam causar lentidao no servidor de email porque ficam se 
espalhando via email de minuto em minuto.

Isto provoca lentidao na rede e overload no servidor de email
que tem que analisar muitas mensagens com virus.

Para evitar que isto aconteca eu criei uma solucao bastante simples
atraves da utilizacao do arquivo de configuracao badmailfrom do qmail.

Quando colocamos um email no arquivo /var/qmail/control/badmailfrom
o qmail se recusa a receber emails deste REMETENTE antes mesmo de receber
o email, poupando a rede e o servidor de email.

O sistema funciona assim:

Por exemplo o usuario lammer@example.com esta com um virus em seu computador

No primeiro email que lammer enviar ocorrera a seguinte sequencia:

[lammer]—>[email]—>[servidor]—>[qmail-scanner]—>[badmailfrom]

Ou seja, quando o qmail-scanner encontra um virus num email ele coloca
o email do remetente no /var/qmail/control/badmailfrom, evitando que o
sistema receba os proximos emails deste REMETENTE.

O usuario lammer recebera um email informando que sua maquina esta contaminada.

Como nao vamos bloquear para sempre este usuario, colocamos um script que limpa
o badmailfrom de tempos em tempos de acordo com sua preferencia.

/root/bin/badmailfromclear.sh

no crontab tem a linha:

*/30 * * * * /root/bin/badmailfromclear.sh

Que significa limpar o badmailfrom de 30 em 30 minutos

vc pode limpar a qualquer momento executando o comando:
/root/bin/badmailfromclear.sh

Os emails banidos vao parar no arquivo:

/var/qmail/control/badmailfrom

Lembre: este arquivo tem que ter permissao
de qmailq para user e qmail para grupo
e permissao 644

apos mudancas eu se remove-lo e criar novamente
executar:

chown qmailq.qmail /var/qmail/control/badmailfrom
chmod 644 /var/qmail/control/badmailfrom

Voce pode simplesmente editar o arquivo
badmailfrom e remover os emails que quer tirar
da blacklist.

* maildrop

Atraves da utilizacao do maildrop em conjunto com o sqwebmail pode-se
elaborar poderosos filtros de email via web.

Configuracao para o usuario teste@example.com

cd /usr/local/vpopmail/domains/example.com

echo “|/usr/local/bin/maildrop ./teste/Maildir/maildirfilter” > .qmail-teste
chown vpopmail.vchkpw .qmail-teste

cd teste/Maildir

Crie um arquivo chamado maildirfilterconfig
com o seguinte conteudo:

———————————————————————————
MAILDIRFILTER=/usr/local/vpopmail/domains/cbsp.com.br/pablo/Maildir/maildirfilter
MAILDIR=/usr/local/vpopmail/domains/cbsp.com.br/pablo/Maildir
———————————————————————————

chown vpopmail.vchpw maildirfilterconfig

Agora acesse http://www.teste.com.br/cgi-bin/sqwebmail
entre com usuario e senha

Se tudo estiver correto aparecera a opcao: Edit Mail Filters 
no topo da pagina.

Agora vc ja pode editar seus filtros.

Entre com o nome da regra no “Rule Name”

Entre a condicao no bloco abaixo, lembrando que Header pode significar:
From, To, Subject etc.

Escolha a acao e pressione Submit.
Para finalizar pressione “Save All Changes”

*** Sqwebmail

O sqwebmail permite acesso web aos emails.
Ele no momento nao tem traducao para o portugues.
Ele esta disponivel na Url: http://www.teste.com.br/cgi-bin/sqwebmail
Uma caracteristica muito interessante dele eh sua capacidade de editar filtros
de email como mostrado acima e tambem a integracao com o gpg para recebimento
e envio de emails criptografados (Assunto nao tratado aqui).

*** Courier-imapd

O Courier-imapd eh o servidor de imap, importante para o funcionamento do webmail
IMP por exemplo.

sobre ele devemos saber como inicia-lo e como para-lo

/etc/init.d/courier-imap start (inicia o servico)
/etc/init.d/courier-imap stop (para o servico)

*** Logs

Os logs ficam em /var/log/qmail/send/human
com o programa qmailanalog é gerado uma pagina com estatisticas
visiveis em: http://mail.exemplo.com.br/qmaillog

no crontab este processo esta ativado para funcionar
todo dia as 23:59

59 23 * * * /root/bin/qmaillog.sh 

Voce pode mudar este valores para mais vezes ao dia se tiver
mais pressa em ver os logs ou executar manualmente o comando
/root/bin/qmaillog.sh

Referencia:
http://www.lifewithqmail.org/lwq.html

Teste de Relay
http://www.abuse.net/relay.html

 

 

Fonte: http://www.linuxdicas.com.br/section-printpage-24.html

h1

Configurando RAID1 no Mandriva 2008

21/08/2008

Este artigo foi traduzido pelo sistema de tradução do GOOGLE, a fonte original está no final do artigo.

Configurando RAID1 no Mandriva 2008

1.Goal: Setup um sistema com dois discos rígidos que contêm dados idênticos, para que se
um disco rígido falhar, o sistema sobrevive.

2.O sistema deverá ainda ser capaz de inicializar sem intervenção manual.

3.A se enviar correio electrónico deve ser um disco rígido falhar.

Nós escolhemos apenas dois discos rígidos também um CD-ROM ou DVD-ROM deve ser ligado à
ser capaz de instalar o sistema.

Instalação

Instale o sistema como de costume, mas quando particionamento escolher ‘Custom Disk
particionamento “.

1.Check se todos os discos rígidos (sda, sdb) estão disponíveis

2.Click ‘Alternar para modo expert’

3.Click sobre o bloco SDA

4.Click em ‘Criar’

5.Select 1000 (1GB) para / boot

6.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

7.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md0

8.Click sobre o sda bloco

9.Click em ‘Criar’

10.Select 1000 (1GB) para LinuxSwap?

11.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

12.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md1

13.Click sobre o bloco SDA

14.Click em ‘Criar’

15.Select 10000 (10GB) para a / (raiz)

16.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

17.Click ‘Adicionar ao Raid’ com MD2

18.Click sobre o bloco SDA

19.Click em ‘Criar’

20.Increase ‘tamanho em MB’ it’s a máxima para / home

21.Click Ok

22.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

23.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md3

24.Now Clique no bloco sdb

25.Click em ‘Criar’

26.Select 1000 (1GB) para / boot

27.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

28.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md0

29.Click sobre o bloco SDB

30.Click em ‘Criar’

31.Select 1000 (1GB) para LinuxSwap?

32.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

33.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md1

34.Click sobre a bloquear sdb

35.Click em ‘Criar’

36.Select 10000 (10GB) para a / (raiz)

37.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

38.Click ‘Adicionar ao Raid’ com MD2

39.Click sobre o bloco SDB

40.Click em ‘Criar’

41.Increase ‘tamanho em MB’ it’s a máxima para / home

42.Click Ok

43.Select Filesystem tipo “Linux RAID”

44.Click ‘Adicionar ao Raid’ com md3

45.Now clique no bloco Raid

46.Select primeira partição de arquivos ext3

47.Select Mount Point / boot

48.Click em bloco Raid

49.Select segunda partição Filesystem tipo “Linux swap”

50.Select 3a partição de arquivos ext3

51.Select Mount Point / (raiz)

52.Select 4o partição de arquivos ext3

53.Select Mount Point / home

54.Now estamos a terminar. Clique em ‘Concluído’ para finalizar o particionamento.

55.Click em “OK” para aplicar a todos os três discos.

56.During instalação você deve instalar o gestor de arranque no disco rígido por ambos
selecionando md0

57.Continue com o resto da instalação e reiniciar o sistema quando
acabado.

Reiniciar o sistema, entre como root e executar “cat / proc / mdstat”. Esta será a saída da percentagem total do array, ou se ele é completo e ativo.

[root @ log PK1] # cat / proc / mdstat
Personalidades: [RAID1]
md3: active RAID1 sda7 [0]
300294912 blocos [2 / 1] [U_]

md1: active RAID1 sda5 [0] sdb5 [1]
1020032 blocos [2 / 2] [UU]

md0: active RAID1 sda1 [0] sdb1 [1]
1020032 blocos [2 / 2] [UU]

MD2: ativa RAID1 sda6 [0]
10233280 blocos [2 / 1] [U_]

dispositivos não utilizados:
[root @ log PK1] # mdadm / dev/md2-a / dev/sdb6
mdadm: re-acrescentou / dev/sdb6
[root @ log PK1] # cat / proc / mdstat
Personalidades: [RAID1]
md3: active RAID1 sda7 [0]
300294912 blocos [2 / 1] [U_]

md1: active RAID1 sda5 [0] sdb5 [1]
1020032 blocos [2 / 2] [UU]

md0: active RAID1 sda1 [0] sdb1 [1]
1020032 blocos [2 / 2] [UU]

MD2: RAID1 sdb6 activa [2] sda6 [0]
10233280 blocos [2 / 1] [U_]
[>………………..] Recuperação = 1,4% (144000/10233280)
= 2.3min terminar velocidade = 72000K/sec

Testes

Seu volume raid deve ser configurado com um persistente e tem superblock
a ser totalmente sincronizada. Use o seguinte comando para verificar se
estas condições foram satisfeitas:

mdadm-D / dev/md0

Certifique-se que ele diz:

Estado: ativo

Persistência: Superblock é persistente

=================================

Acompanhamento

Acompanhamento do raid enquanto o raid falhar envie um email para o usuário admin

O comando a seguir pode ser adicionado ao / etc / rc.local:

nohup mdadm – monitor – mail = sysadmin@example.com – delay = 300 / dev/md0 &

fonte: http://www.xnet.com.pk/news/2008/04/howto-raid1-on-mandriva.html

mais fontes para leitura:
Fórum:
http://www.mandrivabrasil.org/site/forum/index.php?topic=5111.0
http://forum.mandriva.com/viewtopic.php?t=84232&start=0&postdays=0&postorder=asc&highlight=&sid=86c8a0f01a31fb13173c8ebdc509a6a6
RAID1 artigo antigo:
http://www.mandrivabrasil.org/site/content/view/58/29/

h1

Como posso descobrir minha versão linux?

11/07/2008

Na linha de comando digite:

more /etc/issue

OU

uname -a

OU

cat /proc/version

Obs: todos os comandos devem ser feito como root, preferencialmente.

fonte:

http://www.guiadohardware.net/comunidade/v-t/300473/