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O que será do futuro da banda larga e da internet no Brasil?

29/05/2009

Olá a todos, fazia um tempão que eu não escrevia mas aqui no blog, mas agora cousa despertou minha vontade de comentar, é a Internet e a Banda Larga no Brasil.

Na reportagem exibida pelo Jornal da Globo, na coluna CONECTE, do dia 28/05/2009, veja aqui, falou sobre a banda larga no Brasil, uma coisa me chamou a atenção, um entrevistado disse que não via uma usabilidade melhor da banda larga, que não fosse para mídias do tipo vídeos on-line ou para download dos mesmos. Mas isso me deixou intrigado, será que é o entretenimento que vai tomar conta do internet no futuro? Ou será que não temos nada melhor para fazer com a internet a não se ficar assistindo vídeos, seja filmes ou seja TV on-line. Será que a Cloud Computing (Computação nas nuvens) não terá sua ascensão com a popularização, ou até mesmo com a melhora da Internet no Brasil???

Como diria Jackson Five: “Fica aí esse dilema pra vocês flexionarem!”

Abraço e até a próxima!

Jackson Five

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CD Alternativo 2000

28/05/2009

Um dos melhores CDs de FlashBack que eu já ouvi.

Lista de músicas:

01 – Rendez Vouz -Jean Michel Jarre
02 – Twist and Show -The Beatles
03 – Walk of Life -Dire Straits
04 – Hey Tonight – Creedence
05 – Start me Up – Rolling Stones
06 – Ghost Busters – Ray Parker Jr
07 – Bad Moon Rising – Creedence
08 – The Final Countdown – Europe
09 – Have you Ever Seen the Rain – Creedence
10 -I Want to Break Free – Queen
11 – Boys don’t Cry – The Cure
12 – Another Brick in the Wall – Pink Floyd
13 – Can’t Stop Loving You – Van Halen
14 – Proud Mary – Creedence
15 – Jump – Van Halen
16 – Used to Love Her – Guns N Roses
17 – Sweet Child O Mine – Guns N Roses
18 – Rock and Roll is King – Hp
19 – Eye of TIger Survivor – Survivor
20 – Come on Lets go – Ritchie Valens

Isso sim é nostalgia!!!

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Atualização das músicas do CD Alternativo 2001 pela nossa amiga Eliane Lemos:

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Galera segua a lista das musicas do cd alternativo 2001.

01. Queen – I Want To Break Free (4:14)
02. Dire Straits – Sultans Of Swing (5:47)
03. Baltimore – Tarzan Boys (5:04)
04. Laura Branigan – Gloria (4:46)
05. Fire Inc – No Where Fast (6:03)
06. Sigue Sigue Stutinick – Love Missiles (4:30)
07. Obssesion – Voyage Voyage (3:44)
08. Queen – Crazy Little Thing Called Love (2:45)
09. Bad Boys Blue – I wanna her your heart beat (4:01)
10. Glenn Frey – The Heat Is On (3:44)
11. O M D – Tonight she Comes (2:52)
12. The Cars – Eletricyti (4:28)
13. Sigue Sigue Sputinick – Sucsess (3:41)

 

Muitíssimo Obrigado Eliane.

Isso sim é nostalgia!!!

 

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Diferenças entre Hub, Switch e Roteador

22/05/2009

Introdução

Muita gente sabe que hub, switch e roteador são nomes dados a equipamentos que possibilitam a conexão de computadores em redes. Porém, dessas pessoas, muitas não sabem exatamente a diferença entre esses dispositivos. Este artigo explicará o que cada equipamento faz e indicará quando usar cada um.

Hub

O hub é um dispositivo que tem a função de interligar os computadores de uma rede local. Sua forma de trabalho é a mais simples se comparado ao switch e ao roteador: o hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído.
Em um hub é possível ter várias portas, ou seja, entradas para conectar o cabo de rede de cada computador. Geralmente, há aparelhos com 8, 16, 24 e 32 portas. A quantidade varia de acordo com o modelo e o fabricante do equipamento.
Caso o cabo de uma máquina seja desconectado ou apresente algum defeito, a rede não deixa de funcionar, pois é o hub que a “sustenta”. Também é possível adicionar um outro hub ao já existente. Por exemplo, nos casos em que um hub tem 8 portas e outro com igual quantidade de entradas foi adquirido para a mesma rede.
Hubs são adequados para redes pequenas e/ou domésticas. Havendo poucos computadores é muito pouco provável que surja algum problema de desempenho.

Switch


O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica “presa” a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo).
Assim como no hub, é possível ter várias portas em um switch e a quantidade varia da mesma forma.
O hub está cada vez mais em desuso. Isso porque existe um dispositivo chamado “hub switch” que possui preço parecido com o de um hub convencional. Trata-se de um tipo de switch econômico, geralmente usado para redes com até 24 computadores. Para redes maiores mas que não necessitam de um roteador, os switchs são mais indicados.


Roteadores

O roteador (ou router) é um equipamento utilizado em redes de maior porte. Ele é mais “inteligente” que o switch, pois além de poder fazer a mesma função deste, também tem a capacidade de escolher a melhor rota que um determinado pacote de dados deve seguir para chegar em seu destino. É como se a rede fosse uma cidade grande e o roteador escolhesse os caminhos mais curtos e menos congestionados. Daí o nome de roteador.
Existem basicamente dois tipos de roteadores:
Estáticos: este tipo é mais barato e é focado em escolher sempre o menor caminho para os dados, sem considerar se aquele caminho tem ou não congestionamento;
Dinâmicos: este é mais sofisticado (e conseqüentemente mais caro) e considera se há ou não congestionamento na rede. Ele trabalha para fazer o caminho mais rápido, mesmo que seja o caminho mais longo. De nada adianta utilizar o menor caminho se esse estiver congestionado. Muitos dos roteadores dinâmicos são capazes de fazer compressão de dados para elevar a taxa de transferência.
Os roteadores são capazes de interligar várias redes e geralmente trabalham em conjunto com hubs e switchs. Ainda, podem ser dotados de recursos extras, como firewall, por exemplo.

Finalizando

.: Livros sugeridos :.
:: Roteadores CISCO
:: Roteadores e Switches – Guia de Certificação

Mesmo para quem quer montar um rede pequena, conectando, por exemplo, três computadores, o uso de “hubs switch” se mostra cada vez mais viável. Isso porque o preço desses equipamentos estão praticamente equivalentes aos dos hubs. Ainda, se você for compartilhar internet em banda larga, um hub switch pode proporcionar maior estabilidade às conexões.
Uma dica importante: ao procurar hubs, switchs ou até mesmo roteadores, dê preferência a equipamentos de marcas conhecidas. Isso pode evitar transtornos no futuro.
A utilização de roteadores é voltada a redes de empresas (redes corporativas). Além de serem mais caros (se bem que é possível até mesmo usar um PC com duas placas de rede como roteador), tais dispositivos também são mais complexos de serem manipulados e só devem ser aplicados se há muitos computadores na rede. No entanto, muitos usuários de acesso à internet por
ADSL conseguem usar seus modems (se esses equipamentos tiverem esse recurso) como roteador e assim, compartilham a conexão da internet com todos os computadores do local, sem que, para tanto, seja necessário deixar o computador principal ligado. Basta deixar o modem/roteador ativado.

Fonte: http://michaelmelo.blogspot.com/2007/05/diferenas-entre-hub-switch-e-roteador.html

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Diferença entre Hub e Switch

22/05/2009

Porque comprar um Switch ?

* Hub: O hub é um dispositivo que tem a função de interligar os computadores de uma rede local. Sua forma de trabalho é a mais simples se comparado ao switch: o hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. Isto quer dizer que todas as máquinas recebem os dados, mas apenas a máquina de destino responde. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído.

* Switch: O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica “presa” a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo).

Resumindo… Switch é melhor que Hub, pena que é mais caro!

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Glossário do Twitter

09/05/2009

Glossário do Twitter

22 mar | por Baunilha em Internet às 14:07

O usuário @ahocley criou o twictionary (em inglês) um wiki com uma extensa lista dessas novas palavras próprias do Twitter e ele ainda a indica quem a utilizou pela primeira vez (créditos!). Abaixo algumas definições em português que o pessoal do Twitter Brasil preparou para nós.

# ou hashtags – no Twitter o emprego do símbolo # (também chamado de hashtag) antes de uma palavra serve para identificar o assunto do tweet.
@ – símbolo usado antes do nome de algum usuário para direcionar a mensagem a ele ou para se referir a ele.
baleiar – verbo criado a partir das sucessivas vezes em que o Twitter saía do ar e no lugar aparecia a imagem de uma baleia. Sinônimo aproximado de “sair do ar”.
Fail Whale – baleia simpática que costuma aparecer quando o Twitter sai fora do ar. Saiba mais aqui.
follow – termo em inglês que significa “seguir” alguém.
follower – termo em ingles para “seguidor”, ou seja, todos os contatos que acompanham as atualizações de alguém.
following – termo em inglês para “seguindo”, ou seja, todos os contatos que são acompanhados por alguém.
Twerd – um twitteiro nerd (por exemplo, alguém que contribui para um dicionário de termos do Twitter)
Twitiqueta – Twitter + Etiqueta: as regras relativamente não escritas de conduta no Twitter
atwração paixão (intelecual ou física) por um amigo twitteiro.
egotwistico – tendência a falar excessivamente sobre si mesmo no Twitter
RT – reweet – twittar conteúdo postado por outros usuários. (Outras variações: ret., retwitt)
twammer – Twitter + spammer (alguém que segue muitas pessoas e posta atualizacoes com links para sites de spam)
twídia – mídia com presença no Twitter
tweet ou twittada – nome dado a cada mensagem postada no Twitter
twittar – verbo, ação ou efeito de postar alguma coisa no Twitter
twitteiro – usuário do Twitter
tweme – meme no Twitter
twequilíbrio – quando o número de followers e following é praticamente o mesmo
Twerminologia – o estudo da terminologia do Twitter
Twestival vide post
twewbie
– um novato no twitter (newbie)
twittervista – entrevista feita através do twitter
twirtar – a arte de flertar através do Twitter
twitteratura – literatura no Twitter
twistórico – o conjunto de atualizações de um determinado usuário
twinfluenciador – um usuário do twitter que influencia outras pessoas
twitterholic – viciado em Twitter
twittersação – conversação realizada através do Twitter
Twitterverse, twittersphere ou twittosfera – o conjunto de todos os twitteiros, como na blogosfera
twincidência – quando uma coincidência acontece no Twitter, como no caso de dois ou mais usuários postarem sobre a mesma coisa simultaneamente.
track – ferramenta do Twitter que permite (permitia?) acompanhar determinadas tags do Twitter por ferramentas como Google Talk ou celular. Para parar de acompanhar alguma tag, é preciso usar o código untrack.

Fonte:  http://www.sedentario.org/internet/glossario-do-twitter-14021

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Fique livre do vírus Conficker

24/04/2009

by Olhar Digital

Usuários da rede, tanto internautas quanto empresas, ficaram assustados no início do mês com os rumores de um possível ataque do vírus Conficker. Ainda que o ataque não tenha ocorrido nos padrões que havia sido previsto, a ameaça ainda não foi eliminada.

Os computadores infectados pelo vírus podem contaminar outras máquinas, deixar a internet lenta, além de facilitar a entrada de outras formas de malwares no Windows. Já encontrado em 15 milhões de computadores, o Conficker é tão temido que a Microsoft ofereceu recompensa de 250 mil dólares para quem entregar a identidade do criador da praga.

Para evitar que seu equipamento caia nas garras do Conficker, o Olhar Digital dá algumas dicas para você se proteger:

Atualização do Windows: O processo de atualização do sistema operacional instala um aplicativo que protege o equipamento do vírus. O download da atualização pode ser feito diretamente do site da Microsoft.

Identifique a presença do Conficker: Depois de atualizar seu computador, rode o aplicativo Conficker Detection Tool para saber se o vírus já se instalou no seu sistema.

Remoção do vírus: Caso o programa aponte que o seu PC já foi contaminado, baixe os programas W32.Downadup Removal Tool ou o F-downadup para limpar o seu sistema.

Previna-se: Se o computador não estiver contaminado, mantenha sempre o seu antivírus atualizado e depois o execute. Garanta a segurança do seu sistema.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=7991

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OS INIMIGOS DO WI-FI

15/04/2009

por: EVELSON DE FREITAS

Paredes – A densidade das paredes de alvenaria, que usam tijolos e cimento, diminui drasticamente a potência das ondas de rádio. Quando a espessura é muito grande ou existe uma série de obstáculos a vencer, o sinal simplesmente fica sem força em um determinado ponto, impossibilitando a conexão.

Água – Um dos piores inimigos do sinal eletromagnético de rádio são as grandes concentrações de água, como aquários e caixas d’água. A água tem a habilidade de atrair o sinal magnético, atuando como uma barreira tão densa quanto uma parede maciça de pedra. Quedas d’água em jardins também interferem no sinal.

Encanamento – Os canos, tanto de metal quanto de PVC, são inimigos invisíveis do sinal de rádio. Embutidos nas paredes, algumas vezes bem próximos da superfície, eles também agem como se fossem um obstáculo de água. Como essa água normalmente está em movimento, acaba atraindo mais sinal .

Resistências – Aparelhos que geram calor usando a eletricidade, como chuveiros e fornos elétricos, torradeiras, ferros de passar e chapinhas para cabelo, criam uma aura de interferência eletromagnética, que é subproduto da geração de calor. Essa interferência interrompe e chega até a bagunçar o sinal.

Elevador – Além de um fosso feito com paredes bastante grossas, o elevador conta com uma série de circuitos elétricos. E os freios eletromagnéticos – que o ajudam a parar corretamente no andar – somados ao motor que abre a porta são um pesadelo se o elevador estiver posicionado no meio do caminho percorrido pelo sinal Wi-Fi.

Motores elétricos – Além de gerarem naturalmente uma interferência por conta do movimento que produzem, motores elétricos, mesmo os pequenos, de eletrodomésticos, funcionam graças a uma bobina de fios que gera uma quantidade impressionante de estática eletromagnética e atrapalha o sinal.

Aparelhos eletrônicos – Telefones sem-fio, walkie talkies, aparelhos de som, reatores de lâmpadas fluorescentes e até televisores de plasma ou LCD geram diferentes níveis de interferência, que quando somados em um mesmo ambiente, podem impedir a propagação adequada do Wi-Fi.

Antenas – Em um fenômeno que se assemelha ao experimentado quando se passa por uma área saturada por antenas de transmissão, como na Avenida Paulista, que atrapalha a recepção de estações de rádio, o sinal de Wi-Fi é bastante prejudicado nas proximidades de antenas de grande porte, como as de estações de TV e celular.

Outros roteadores – Muita gente usa o roteador com as configurações de fábrica, o que causa a saturação de um único canal de transmissão. Normalmente, os aparelhos usam o canal 6. Uma mudança simples de configuração pode melhorar muito a qualidade do sinal em áreas com muitos roteadores.

Fonte: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=15588