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Fique livre do vírus Conficker

24/04/2009

by Olhar Digital

Usuários da rede, tanto internautas quanto empresas, ficaram assustados no início do mês com os rumores de um possível ataque do vírus Conficker. Ainda que o ataque não tenha ocorrido nos padrões que havia sido previsto, a ameaça ainda não foi eliminada.

Os computadores infectados pelo vírus podem contaminar outras máquinas, deixar a internet lenta, além de facilitar a entrada de outras formas de malwares no Windows. Já encontrado em 15 milhões de computadores, o Conficker é tão temido que a Microsoft ofereceu recompensa de 250 mil dólares para quem entregar a identidade do criador da praga.

Para evitar que seu equipamento caia nas garras do Conficker, o Olhar Digital dá algumas dicas para você se proteger:

Atualização do Windows: O processo de atualização do sistema operacional instala um aplicativo que protege o equipamento do vírus. O download da atualização pode ser feito diretamente do site da Microsoft.

Identifique a presença do Conficker: Depois de atualizar seu computador, rode o aplicativo Conficker Detection Tool para saber se o vírus já se instalou no seu sistema.

Remoção do vírus: Caso o programa aponte que o seu PC já foi contaminado, baixe os programas W32.Downadup Removal Tool ou o F-downadup para limpar o seu sistema.

Previna-se: Se o computador não estiver contaminado, mantenha sempre o seu antivírus atualizado e depois o execute. Garanta a segurança do seu sistema.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=7991

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OS INIMIGOS DO WI-FI

15/04/2009

por: EVELSON DE FREITAS

Paredes – A densidade das paredes de alvenaria, que usam tijolos e cimento, diminui drasticamente a potência das ondas de rádio. Quando a espessura é muito grande ou existe uma série de obstáculos a vencer, o sinal simplesmente fica sem força em um determinado ponto, impossibilitando a conexão.

Água – Um dos piores inimigos do sinal eletromagnético de rádio são as grandes concentrações de água, como aquários e caixas d’água. A água tem a habilidade de atrair o sinal magnético, atuando como uma barreira tão densa quanto uma parede maciça de pedra. Quedas d’água em jardins também interferem no sinal.

Encanamento – Os canos, tanto de metal quanto de PVC, são inimigos invisíveis do sinal de rádio. Embutidos nas paredes, algumas vezes bem próximos da superfície, eles também agem como se fossem um obstáculo de água. Como essa água normalmente está em movimento, acaba atraindo mais sinal .

Resistências – Aparelhos que geram calor usando a eletricidade, como chuveiros e fornos elétricos, torradeiras, ferros de passar e chapinhas para cabelo, criam uma aura de interferência eletromagnética, que é subproduto da geração de calor. Essa interferência interrompe e chega até a bagunçar o sinal.

Elevador – Além de um fosso feito com paredes bastante grossas, o elevador conta com uma série de circuitos elétricos. E os freios eletromagnéticos – que o ajudam a parar corretamente no andar – somados ao motor que abre a porta são um pesadelo se o elevador estiver posicionado no meio do caminho percorrido pelo sinal Wi-Fi.

Motores elétricos – Além de gerarem naturalmente uma interferência por conta do movimento que produzem, motores elétricos, mesmo os pequenos, de eletrodomésticos, funcionam graças a uma bobina de fios que gera uma quantidade impressionante de estática eletromagnética e atrapalha o sinal.

Aparelhos eletrônicos – Telefones sem-fio, walkie talkies, aparelhos de som, reatores de lâmpadas fluorescentes e até televisores de plasma ou LCD geram diferentes níveis de interferência, que quando somados em um mesmo ambiente, podem impedir a propagação adequada do Wi-Fi.

Antenas – Em um fenômeno que se assemelha ao experimentado quando se passa por uma área saturada por antenas de transmissão, como na Avenida Paulista, que atrapalha a recepção de estações de rádio, o sinal de Wi-Fi é bastante prejudicado nas proximidades de antenas de grande porte, como as de estações de TV e celular.

Outros roteadores – Muita gente usa o roteador com as configurações de fábrica, o que causa a saturação de um único canal de transmissão. Normalmente, os aparelhos usam o canal 6. Uma mudança simples de configuração pode melhorar muito a qualidade do sinal em áreas com muitos roteadores.

Fonte: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=15588

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Redes sociais podem aumentar produtividade dos profissionais

03/04/2009
PC Advisor/Reino Unido
Publicada em 03 de abril de 2009 às 07h20

Um estudo, realizado pela Universidade de Melbourne, indica que as pessoas que navegam em sites como Facebook, Twitter e Orkut são mais produtivas no trabalho

Ao contrário do que muitos imaginam, o uso de redes sociais e serviços online – como Twitter, Facebook e Orkut – no trabalho pode tornar os funcionários mais produtivos. Pelo menos, segundo um estudo divulgado pela Universidade de Melbourne (Austrália).

De acordo com o levantamento, 70% dos funcionários usam a internet no escritório para fins pessoais e esse grupo mostrou-se 9% mais produtivo e criativo em comparação àqueles que não utilizam a web para fins de diversão.

“A navegação corporativa para fins pessoais pode melhorar a concentração dos funcionários”, destacou Brent Coker, do departamento de marketing da universidade. “As pessoas precisam relaxar um pouco para terem de volta sua concentração”.

A navegação para fins pessoais inclui atividades como procurar informações online, ler sites de notícias, jogar games, se atualizar sobre seus amigos ou ver vídeo no YouTube.

“Intervalos curtos para navegar na internet permitem que a mente descanse, levando a uma concentração maior durante as horas de trabalho, o que aumenta a produtividade”, detalhou Coker, ressaltando que, assim, não faz sentido as empresas gastarem milhões em sistemas para bloquear o acesso a vídeos, redes sociais ou sites de e-commerce por meio da rede corporativa.

Cooker ressaltou, no entanto, que as particularidades do estudo dizem respeito a funcionários que navegam, no máximo, um quinto de seus horários. “Aqueles que têm tendências ao vício de internet terão níveis de produtividade menores”, contrapôs.


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Entenda a ameaça do vírus Conficker

01/04/2009

Por: MARINA LANG em colaboração para a Folha Online

O vírus Conficker, também conhecido por nomes como Downadup e Tall-Ad, está programado para um intenso ataque mundial nesta quarta-feira (1º de abril). As informações foram obtidas por especialistas a partir do “underground” da internet (fóruns nem sempre acessíveis ao internauta comum, por exemplo) e por meio de descoberta de códigos específicos.

Não há perda de arquivos, documentos ou dados, apenas roubo de senhas e contrassenhas (outra senha gerada como resposta à senha). O vírus tem a capacidade de escravizar as máquinas e torná-las “zumbis virtuais”, sem que os usuários desses computadores saibam a respeito da invasão. Ou seja, computadores afetados passam a ser controlados por uma rede que usa essas máquinas para sobrecarregar sites (com milhares de acessos simultâneos) a fim de derrubar páginas e interromper servidores.

Microsoft anunciou recompensa de US$ 250 mil por denúncia sobre Conficker

O que muda amanhã, na opinião do analista Eduardo Godinho, da empresa de segurança na internet TrendMicro, é que haverá um intenso acesso a 50 mil sites, feito por um número estimado de 50 milhões de computadores.

Os sites mais visados são de gigantes da informática –Microsoft, IBM, Dell, por exemplo– e os governamentais (como o da Casa Branca e o Pentágono, ambos dos EUA). A lista completa, no entanto, não é exata. Apesar disso, Godinho minimiza o impacto que o Conficker terá amanhã.

“Esse vírus já foi o motivo de muita dor de cabeça, reportagens de jornais e, devido a isso, não deverá ter tanto impacto quanto o calculado”, afirma. “As pessoas e empresas já estão se preparando.”

“Tradicionalmente, o que ele faz é tentar se infiltrar em todas as máquinas da rede que não possuam o pacote da Microsoft para causar lentidão na conexão das empresas. Nesta quarta, a forma de trabalho do vírus muda, e passa à superlotação de acessos em sites”, explica.

“O fundamental para o usuário comum é ter atualizações do Windows Update em dia, especificamente o pacote de atualização MS08-067. Se o usuário não o tiver, as chances de infecção são grandes”, orienta.

Godinho recomenda também duas ferramentas de limpeza em relação ao Conficker: uma que possibilita a identificação e impedimento dos ataques, caso eles estejam partindo do usuário sem que saiba, e a ferramenta de limpeza da máquina, caso haja infecção pelo Conficker. Ambas são gratuitas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u543450.shtml