Archive for dezembro \31\UTC 2008

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Gmail Video Chat: Webcam no Gmail

31/12/2008

Notícia rápida, porém fresquinha: O Google acaba de liberar o Gmail Video Chat, que permitirá aos usuários do Talk, através da instalação de um plug-in e uso do Gmail, usarem Webcam para conversar com seus amigos através da tecnologia Vidyo.

O recurso, disponível para usuários de Windows XP ou posterior e MacOS, já está disponível na página do Gmail Vídeo Chat e deve ser divulgado gradativamente a todos os usuários do Gmail.

Depois de instalar o Plug-in e reiniciar seu navegador, basta acessar a lista de contatos do Talk e, caso seu amigo também tenha o Plug-in instalado, clicar no link “Video & more“.

Assista a uma demonstração:

Possui Google Talk e Webcam? Teste o serviço e nos conte o que achou!

Veja mais informações no Help do Gmail.

Fonte:  http://www.undergoogle.com/blog/2008/destaques/gmail-video-chat-webcam-no-gmail.html

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Programa transforma câmera de smartphone em Webcam

30/12/2008

A Ateksoft apresentou o WebCamera Plus, um software que transforma a câmera digital de um celular rodando Windows Móbile em uma webcam. O programa permite ainda que a conexão com um desktop ou laptop via USB, ActiveSync, WiFi, Bluetooth, GPRS ou LAN.

E o melhor, dá para fazer videoconferências por meio da câmera do celular usando versões móveis do Skype, MSN Messenger, Yahoo Messenger e Virtual Dub, entre outros. Trata-se de uma interessante alternativa às câmeras que vem embutidas nos laptops – geralmente de baixíssima resolução – já que as digitais dos celulares vem com cada vez mais resolução e qualidade.

Fonte: http://revistaconnect.blog.uol.com.br/arch2006-12-17_2006-12-23.html

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O que fazer quando os acentos nas páginas não funcionam

26/12/2008

por Marcos Elias

Era normal com quem mexia com sites (e ainda é), agora é comum ver isso com quem mexe com blogs, especialmente editando os arquivos de temas, como do WordPress.

A questão é que… Dependendo da codificação usada no arquivo, ela pode ser incompatível com os acentos da língua portuguesa (assim como outros caracteres de outras línguas), visto que no inglês não tem acentos. Então não se pode colocar acentos nos arquivos, por exemplo nos temas do WordPress. Em vez dos acentos, deve-se inserir o código HTML correspondente – sim, cada letra acentuada tem um código.

O formato UNICODE suporta os acentos e uma infinidade de caracteres, mas nem todos os editores oferecem suporte corretamente. Acentuar diretamente na página pode fazer com que ela não seja exibida corretamente se uma tag META informando a codificação usada não for definida na página (falo disso brevemente no final do artigo). Geralmente nos erros de codificação, os acentos serão trocados por caracteres nada a ver, risquinhos, quadradinhos ou caracteteres que lembram idiomas orientais, como japonês, chinês, etc.

Ao editar texto em páginas da web, muitas vezes há a devida conversão ou reconhecimento – por exemplo, ao postar um artigo no WordPress ou no Blogger, você pode digitar diretamente com acentos. Mas ao editar um tema para WordPress, se incluir os acentos, pode ser que na exibição eles fiquem zuados.

Em vez de colocar os acentos, coloque os códigos das letras acentuadas. Há uma tabela aqui:

Letras acentuadas:
http://www.mephost.com/br/dica001_caracteresesp.html

Alguns caracteres especiais:
http://www.mephost.com/br/caracteres.htm

Por exemplo, em vez de colocar á, se coloca á. Em vez de é, é. Não estranhe, mas as palavras ficariam assim:

– Comentários
– Experiência
– Almoço

Sendo exibidas corretamente no navegador.

Na tabela você pode pegar os códigos para os outros caracteres, e ver como eles se formam (para as letras acentuadas, basta decorar um modelo e trocar a letra que será usada). Alguns editores de HTML visual (como Dreamweaver) convertem automaticamente os caracteres digitados para o código correspondente, mas outros não. Se usar um editor de textos puro, deverá fazer isso manualmente.

O Mep Texto pode substituir todos os acentos por caracteres acentuados indo ao menu “HTML > Converter acentos em código HTML” (só tem um bug ainda não corrigido, ao converter o acento circunflexo no “e”, fica faltando o ponto-e-vírgula final).

Todavia, você pode usar acentos se configurar as páginas para usarem a codificação ISO-8859-1, adicionando isso no header, cabeçalho (entre <HEAD> e </HEAD>):

<META HTTP-EQUIV=”Content-Type” CONTENT=”text/html; charset=ISO-8859-1″>

Em algumas páginas estáticas, isso não produzia efeito comigo (e para os clientes, usuários, não seria agradável ficar escolhendo a codificação manualmente no navegador). Adicionando essas entradas no arquivo .htaccess (no caso de um servidor Apache no Linux), funcionou corretamente:

AddType ‘text/html; charset=ISO-8859-1’ html
AddType ‘text/html; charset=ISO-8859-1’ htm

No entanto, modificar o .htaccess e o cabeçalho do tema do WordPress é bobeira, já que o WordPress é desenvolvido em unicode, tendo em vista plugins e recursos em Unicode. Nas configurações do WordPress pode-se escolher outra codificação, mas é bom usar o Unicode, tomando o cuidado ao editar os temas, preferindo usar os caracteres especiais. Estas duas últimas dicas (de adicionar as entradas no .htaccess ou no <HEAD> da página) são melhores para páginas estáticas..

E para finalizar… Se você está no lado de um usuário, vendo um site com os acentos zuados, nada pode fazer para corrigi-lo no site. Mas pode (pelo menos, tentar) ajustar a codificação no seu programa cliente. Se abrir um site com caracteres problemáticos, experimente usar a detecção automática de codificação, ou então Ocidental (ISO-8859-1) ou Unicode. No Firefox ou no Internet Explorer, pode-se fazer isso pelo menu “Exibir > Codificação”.

Note que alguns caracteres unicode não são suportados por alguns sistemas operacionais (incluindo versões antigas de Windows e o Windows XP, em alguns casos), e outros dependem da existência de fontes de outros idiomas instaladas no seu computador.

 

 

Fonte: http://www.explorando.viamep.com/2008/07/caracteres-especiais-e-codificacao.html

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O que é o Twitter

22/12/2008

É um sistema de microblogging que possui a pergunta: “O que você está fazendo?” e uma caixa de texto limitada a 140 caracteres. Quando entrei e vi essa pergunta, achei que era um site de miguxos e que devia ser inútil, me enganei.

O Twitter pode ser útil para…

  • Ler notícias seguindo o twitter da BBCBrasil e outros.
  • Se manter informado. O povo espalha notícias assim que lêem, não digo o perfil da BBC e outros sites de notícias, blogueiros mesmo.
  • Saber onde seus amigos vão, eles colocam: “Indo pra academia” ou “Acho que vou ver [algum filme] no cinema”, você pode ir lá encher o saco deles. 😀
  • Divulgar seus posts, mas só se for um BEM ÚTIL.
  • Tirar suas dúvidas. Postar sua pergunta é melhor do que encher o saco dos outros no MSN…
  • Comentar palestras e eventos, leiam mais no Tech Bits
  • Divulgar eventos: conferências, churrascos, campeonatos…

Como usar o Twitter

Na caixa de texto, você pode escrever @nick-do-fulano para responder uma pessoa e seguir (clicando em Follow) para receber as novas mensagens dos outros. Qualquer um pode usar.  🙂

Tem como postar no Twitter por outros sites e programas?

Use com moderação

Tudo em excesso faz mal. Não escreva a todo minuto o que você está fazendo, nem algo inútil. “Cag#$%#$%ndo” e “conversando com fulano” são dispensáveis.

Pensou em outra utilidade? Compartilhe com a gente.

OBS: Texto adaptado.

Fonte: http://pedromenezes.com/o-que-e-twitter-e-como-pode-ser-util

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Uma nova distro Linux parecida com Windows

19/12/2008

Nas minhas andanças pela web achei um post de um blog bem conhecido pela comunidade de tecnologia do portal IG, que fala sobre uma nova distro linux, a princípio é o que aparenta ser, que tem uma idéia muito interessante.

Essa distro se propõe a ser o mais compatível passível com o windows xp, e diz que até dá pra instalar softwares do mundo windows diretamente no sistema.

Pelo que eu pude ver, me parece que o sistema todo roda em cima do Wine do linux, mas chega de blá, blá, blá e vamos a matéria.

Segue:

Ame-o ou não, o Windows completou 25 anos ontem, dia 10 de novembro. 25 anos de “anúncio”, veja bem, porque junto com o sistema nasceu a tradição da Microsoft de furar datas de lançamento: o produto só chegou às lojas dois anos depois, em novembro de 1985. Curiosamente era a versão 1.01, o que iniciou também outra tradição: lançar correções para um produto simultâneamente com sua chegada às lojas. Neste caso, a correção já veio embutida )

Mas você sabiam que existe um outro “Windows”, que não é desenvolvido pela Microsoft, tem seu código-fonte aberto (ou seja, é “Open Source”) e é gratuito? Claro, por motivos legais ele não pode se chamar Windows já que o nome é marca registrada da Microsoft. Seu nome, portanto, é ReactOS.

A idéia do projeto é criar um sistema operacional baseado na mesma arquitetura do Windows NT (que é a base para o Windows XP), com compatibilidade com os aplicativos e drivers já existentes. O sistema ainda está em desenvolvimento, mas já roda aplicativos como o Firefox e OpenOffice.org, por exemplo, e até mesmo alguns games como a primeira versão de Unreal Tournament, embora a compatibilidade no geral ainda seja limitada. O site tem um “guia de compatibilidade” que lista os aplicativos testados pelos usuários e dá notas (de 1 a 5) de acordo com o quão bem eles rodam.

O ReactOS ainda está na versão 0.3.7, um alpha, ou seja, com recursos incompletos e não pronto para uso no dia-a-dia. No site, é possível baixar um LiveCD (para rodar o sistema direto de um CD sem instalar nada no micro), CD de instalação (para instalar o ReactOS no PC), e imagens para rodar o sistema em uma máquina virtual (como o VMWare ou QEMU) dentro do Windows, Mac OS ou Linux, além do código fonte. Se você gosta de experimentar novidades, é um prato cheio!

ReactOS 0.3.0

E pra completar: quer ver “fotos” de todas as versões do Windows, desde a 1.01 até o Vista? Então corra para o site GUIdebook – Graphical User Interface Gallery. Além de imagens do sistema da Microsoft, você vai encontrar screenshots de praticamente todos os outros sistemas e interfaces gráficas já lançados, do OS/2 ao Mac OS X. Imperdível para quem aprecia a história da informática.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/11/11/clonando-o-windows/

Bom pessoal é isso, espero que gostem. Quem sabe um dia teremos um Linux que roda o Windows  😀

Até a próxima.

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Administração do Vpopmail

18/12/2008

Administração de Vpopmail

Esta secção só trata da administração do vpopmail. Se quer saber como é que o e-mail chega ao directório correcto leia este guia : EmailProblemasESolucoes.

vadddomain

A configuração do servidor MX faz-se pelos scripts do vpopmail.

# /home/vpopmail/bin/vadddomain trucamoi.com motdepasse

  1. killall -HUP qmail-send
  2. grep “truquesmeus.com” /var/qmail/users/assign
    trucamoi.com-:truquesmeus.com:508:503:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com:-:: # ls -la /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com

total 28
drwx- 3 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:18 .
drwx- 50 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:18 ..
-rw- 1 vpopmail vchkpw 34 oct 11 14:18 .dir-control
drwx- 3 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:18 postmaster
-rw- 1 vpopmail vchkpw 55 oct 11 14:18 .qmail-default
-rw- 1 vpopmail vchkpw 126 oct 11 14:18 vpasswd
-rw- 1 vpopmail vchkpw 2196 oct 11 14:18 vpasswd.cdb
-rw- 1 vpopmail vchkpw 0 oct 11 14:18 .vpasswd.lock

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/.qmail-default

| /home/vpopmail/bin/vdelivermail ” bounce-no-mailbox

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/vpasswd

postmaster:$1$mY6Wb$2BjlmBGnIck3trJpHaG/.:1:0:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/trucamoi.com/postmaster:NOQUOTA: password

Nós criamos a conta com vadddomain para o domínio truquesmeus.com, e reiniciamos qmail-sent para que ele se encarregue de este novo domínio ligando /var/qmail/users/assign. No directório do domínio que é /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com, vadddomain criou por defeito a conta postmaster (uma obrigação RFC) e implementou .qmail-default em que o vdelivermail é que se encarrega da distribuição dos e-mails nos directórios.

Pode ver em vpass a password da conta pop3. Esta opção vai incomodar alguns leitores, mas não é muito grave. Todos os directórios vpopmail pertencem a vpopmail.vchkpw e só podem ser lidos por vpopmail ou por root. Pode recompilar vpopmail pondo a opção que vai remove-las.

Um pequeno teste para ver se o e-mail chega ao local

# /usr/sbin/sendmail -t
to: postmaster@truquesmeus.com
subject: test

test
{ctrl-d]

  1. tail -f /var/log/qmail/current

@400000003f87f6a827c897dc new msg 66212
@400000003f87f6a827c8b334 info msg 66212: bytes 230 from qp 6334 uid 0
@400000003f87f6a8293b1f54 starting delivery 67446: msg 66212 to local trucamoi.com-postmaster@truquesmeus.com
@400000003f87f6a8293b32dc status: local 1/10 remote 0/20
@400000003f87f6a82a072d9c delivery 67446: success: did_0+0+1/
@400000003f87f6a82a073d3c status: local 0/10 remote 0/20
@400000003f87f6a82a074124 end msg 66212

E então o e-mail foi distribuído para o local. Ele deve encontrar-se em E
/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster

# cd /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster/Maildir/new/

  1. ls -l

total 4
-rw- 1 vpopmail vchkpw 292 oct 11 14:25 1065875102.6336.nsxxxx.ovh.net,S=230

  1. cat 1065875102.6336.nsxxxx.ovh.net,S=230

Return-Path:
Delivered-To: postmaster@1
Received: (qmail 6334 invoked by uid 0); 11 Oct 2003 12:25:01 -0000
Date: 11 Oct 2003 12:24:46 -0000
Message-ID: <20031011122446.6331.qmail@nsxxx.ovh.net>
From: root@nsxxx.ovh.net
to: postmaster@truquesmeus.com
subject: test

test

Só temos de comprar este domínio e gerir os dns para indicar que o servidor MX de este domínio esta bem sobre a maquina.

vadduser

Para criar uma nova conta e-mail utilizamos o vadduser

# /home/vpopmail/bin/vadduser webmaster@truquesmeus.com password

  1. ls -la /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com

total 32
drwx- 4 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:29 .
drwx- 50 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:18 ..
-rw- 1 vpopmail vchkpw 34 oct 11 14:29 .dir-control
drwx- 3 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:18 postmaster
-rw- 1 vpopmail vchkpw 55 oct 11 14:18 .qmail-default
-rw- 1 vpopmail vchkpw 249 oct 11 14:29 vpasswd
-rw- 1 vpopmail vchkpw 2341 oct 11 14:29 vpasswd.cdb
-rw- 1 vpopmail vchkpw 0 oct 11 14:29 .vpasswd.lock
drwx- 3 vpopmail vchkpw 4096 oct 11 14:29 webmaster

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/trucamoi.com/vpasswd

postmaster:$1$mY6Wb$2BjlmBGnIck3trJpHaG/.:1:0:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster:NOQUOTA: password
webmaster:$1$evJxi$IPRLq.RjZCuBOXEv/m5Nw/:1:0:webmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/webmaster:NOQUOTA: password

vdeluser

Para apagar uma conta pop, utilizamos o vdeluser.

# /home/vpopmail/bin/vdeluser webmaster@truquesmeus.com

vpasswd

Para mudar a password de uma conta, vpasswd :

# /home/vpopmail/bin/vpasswd postmaster@truquesmeus.com unautrepasswd

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/vpasswd

postmaster:$1$tElbV$9L0bkQSm2/XvP62ebNA7X.:1:0:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster:NOQUOTA: outrapasswd

vsetuserquota

Para pôr uma quota de 25Mb numa conta pop3/imap

# /home/vpopmail/bin/vsetuserquota postmaster@truquesmeus.com 25000000

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/vpasswd

postmaster:$1$tElbV$9L0bkQSm2/XvP62ebNA7X.:1:0:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster:25000000: outrapasswd

vmoduser

Para bloquear o acesso a conta pop3/imap :

# /home/vpopmail/bin/vmoduser -p postmaster@truquesmeus.com

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/vpasswd

postmaster:$1$tElbV$9L0bkQSm2/XvP62ebNA7X.:1:2:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster:25000000:outrapasswd

Para bloquear e permitir a consulta dos e-mails via servidor pop3/imap :

# /home/vpopmail/bin/vmoduser -x postmaster@truquesmeus.com

  1. cat /home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/vpasswd

postmaster:$1$tElbV$9L0bkQSm2/XvP62ebNA7X.:1:0:Postmaster:/home/vpopmail/domains/1/truquesmeus.com/postmaster:25000000:outrapasswd

vdeldomain

Para apagar a conta toda de truquesmeus.com, vdeldomain deve ser utilizado. Atenção : se a conta é utilizada demasiadamente ou/e existe operações sobre a conta, pode ser eliminado.

# /home/vpopmail/bin/vdeldomain truquesmeus.com
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Administre Emails com Qmail

17/12/2008

Administre Emails com Qmail

Autor: Pablo Martins F. Costa 
Data: 22/04/2002
http://www.cbsp.com.br/pablo/conectiva-toaster/qmail-admin.txt

Você pode distribuir, utilizar e alterar livremente estas rotinas desde
que mantenha este comentário que identifica o autor original.

Conectiva Toaster versao 0.5: Copyright 2000 Pablo Martins F. Costa 

You should have received a copy of the GNU Public
License along with this package; if not, write to the
Free Software Foundation, Inc., 59 Temple Place – Suite 330,
Boston, MA 02111-1307, USA.

*/ 

Este documento tem o objetivo de familiarizar administradores
de rede com o sistema de email formado pela solucao:

qmail, vpopmail, courier-qmapd, qmail-scanner e sqwebmail

Descricao:

qmail:
O qmail é um dos mais poderosos servidores de emails existentes
hoje no mercado e tambem um dos mais seguros.

vpopmail:
E’ um excelente sistema que funciona integrado ao qmail para
fornecer e facilitar a admintracao de dominios virtuais. Com ele nao
ha necessidade de se utilizar contas reais no sistema para os usuarios.
Possui otimas ferramentas para adminstracao, tanto via console quanto
via web.

courier-imapd:
É um servidor de imap que alem de muito bom é compativel com o formado
de armazenar emails que o qmail utiliza. Ele é importante na utilizacao
de webmails como o IMP que se utilizam de imap para acessar as mensagens.

qmail-scanner:
Um poderoso sistema que filtra as mensagens a procura de virus
e caso encontre intercepta a mensagem e impede que ela chegue
ao destinatario.

maildrop:
Excelente filtro de mensagens

Agora vou discutir cada um destes programas explorando os aspectos
mais importantes na adminstracao do sistema.

sqwebmail: Leitor de emails via web

*** qmail

O diretorio base do qmail é /var/qmail 

Exemplos: 

/var/qmail/control (arquivos de configuracao)
/var/qmail/bin (binarios do qmail)
/var/qmail/queue (fila de emails)
/var/qmail/alias (apelidos de email)
/var/qmail/supervise (scritps de inicializacao)

* Dentro de /var/qmail/control encontramos varios arquivos importantes
os quais podemos modificar suas configuracoes sem precisar dar restart
no sistema de email.

concurrencyremote

– Serve para definir quantos emails simultaneos o sistema aceita
enviar. Geralmente seu conteudo e’ 255. Voce pode aumentar ou
dimuir este valor, mas sempre levando em conta a velocidade da
sua rede e a capacidade da maquina de lidar com muitas conexoes
simultaneas 

databytes

– Serve para se definir o tamanho maximo que uma mensagem pode ter
por exemplo: 50000000 (seria algo como 50 Megabytes)
deixe vazio ou apague o arquivo se nao quiser limitar

defaultdomain

– Define o dominio padrao do sistema. EX. exemplo.com.br

me

– Este arquivo contem o nome de seu servidor de email

rcpthosts

– Contem os nomes dos dominios para os quais ele aceita receber emails.
as ferramentas de adminstracao editam este arquivo automaticamente

tarpitcount e tarpitdelay

– Estes dois arquivos funcionam em conjunto. Eles servem para evitar
que os usuarios enviem spam ou emails com milhares de destinatarios.
tarpitcount define o maximo de destinatarios que uma mensagem pode 
conter, e tarpitdelay diz o tempo que o servidor de qmail demora
para aceitar cada novo destinatario depois que ultrapassou o limite
de destinatarios especificados em tarpitcount. 
exemplo: se tarpitcount=50 e tarpitdelay=30, o sistema demorara 
30 segundos para aceitar cada novo destinatario excedente
desestimulando a pessoa que esta enviando de continuar.

virtualdomains

– Define os dominios virtuais, voce nao precisara editar este arquivo,
as ferramentas de administracao fazem isto automaticamente.

* Iniciar, parar os servicos.

Os scripts de inicializacao estao em /var/qmail/supervise,
mas existe um link para este diretorio em /service

Temos os scripts:

/service/smtp/run (Inicializa o servidor de smtp)
/service/send/run (Inicializa o servico de envio)
/service/pop3/run (Inicializa o servico de pop3)

O adminstrador nao deve se preocupar com os scripts acima,
tudo que ele precisa saber eh que para iniciar/parar
o sistema usa-se:

/etc/init.d/qmail start (inicia todos os servicos de /service)
/etc/init.d/qmail stop (para todos os servicos de /service)

Os programas responsaveis pelo start ou stop dos servicos se chamam
daemontools e ucspi-tcp. O daemontools é um vigilante do servico,
se algum dos servicos parar de funcionar o daemontools liga ele
novamente, e o ucspi-tcp é um substituto do inetd, ou seja ele que
eh responsavel pela execucao dos servidores de smtp e pop3.

* qmailctl {restart|doqueue|reload|stat|pause|cont|cdb|queue|help}

Para adminstrar outras funcoes do qmail temos o comando qmailctl.

Descricao das opcoes

restart : Reinicia os servicos 
reload : Le novamente os arquivos de configuracao
pause : Paralisa o envio da fila de emails
cont : Continua a enviar a fila de emails
doqueue : Manda ele percorrer a fila de email novamente
stat : Verifica o status dos servicos

queue : Serve para visualizar a fila de emails a serem enviados

exemplo: qmailctl queue

15 Mar 2002 18:55:14 GMT #286970 2473 
remote test@dominio.com.br 

A primeira linha informa quem esta enviando a mensagem, e a segunda
qual o destinatario. O codigo #286970 eh a identificacao da mensagem
na fila de emails.

se executar o comando:

find /var/qmail/queue -name “285816” -print 

voce encontrara algo parecido com isto:

/var/qmail/queue/bounce/285816
/var/qmail/queue/mess/18/285816
/var/qmail/queue/info/18/285816
/var/qmail/queue/remote/18/285816 

E’ que o qmail organiza sua fila de emails numa estrutura de diretorios,
mas nao vamos aqui explicar exatamente como isto funciona, apenas vou dizer
que a mensagem fica no diretorio /var/qmail/queue/mess que no exemplo é:
/var/qmail/queue/mess/18/285816 
Uma dica interessante é a seguinte. Imagine que um usuario tenha enviado um email
com grandes anexos para varios destinatarios, e isto esteja deixando seu servidor
muito lento. Voce pode remover este email da fila usando o comando qmailctl queue
para identificar o codigo da mensagem (no nosso exemplo 285816). dai em seguida 
executar o comando:

find /var/qmail/queue -name “285816” -exec -rm -f {} ;

com isto este email saira da fila e seu sistema se livrara do pesado fardo 🙂

cdb : Serve para atualizar a lista de ips para o qual este servidor aceita
enviar emails (Isto se chama fazer relay no jargao)

O arquivo que vc especifica quem pode fazer relay fica em
/usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp 

exemplo de seu conteudo:

127.0.0.1:allow,RELAYCLIENT=”” 
:allow

com isto esta maquina so aceita fazer relay para si mesma. Imagine que
na sua intranet os micros tenham ip na faixa 172.16.1.*
voce entao deixaria o arquivo assim:

127.0.0.1:allow,RELAYCLIENT=””
172.16.1.:allow,RELAYCLIENT=”” 
:allow

com isto seu sistema aceitara enviar emails provenientes
de ips de sua intranet.
Lembre-se de sempre executar o comando qmailctl cdb quando fizer
qualquer alteracao no arquivo /usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp

E quanto as pessoas que se conectam a internet via linha discada
e com ip dinamico, como abrir o relay para elas?
Para isto o sistema de email possui uma caracteristica que se chama
relay after pop, ou seja, qualquer usuario que leia seu email via
pop3 tera automaticamente o relay aberto para seu ip pelo periodo
de uma hora. No crontab da maquina (Executor de tarefas agendadas)

tem a seguinte configuracao:

9-59,10 * * * * /usr/local/vpopmail/bin/clearopensmtp 2>&1 > /dev/null 

Isto faz com que a lista de ips que tem direito a relay seja limpa 
de minuto em minuto.

Voce pode ver a lista de arquivos temporarios que este sistema gera
executando o comando: ls /usr/local/vpopmail/etc/tcp.smtp*

*** vpopmail

O vpopmail extende muito as capacidades do qmail, provendo
dominios virtuias e diversas maneiras de autenticacao, alem
de possuir ferramentas de admintracao muito boas.

Os programas do vpopmail estao em:

/usr/local/vpopmail

Os dois diretorios mais importantes sao:

/usr/local/vpopmail/bin (onde ficam os binarios)
/usr/local/vpopmail/domains (onde ficam as contas dos usuarios)

Os comandos do vpopmail que discutiemos aqui sao:

vadddomain
vadduser
vdeluser
vpasswd
vsetuserquota
vuserinfo 

Neste tutorial vamos usar de exemplo a criacao de um dominio de teste.

Lembre-se: antes de criar um dominio, tenha previamente um dns com
o mx configurado para que ele possa receber emails.

Admitindo-se que estamos no diretorio /usr/local/vpopmail/bin
para criar um dominio utilizamos o comando:

./vadddomain teste.com.br senha

Voce nao precisa saber, mas para usa informacao este
comando automaticamente modifica os seguintes arquivos:

/var/qmail/control/locals, rcpthosts, virtualdomains
/var/qmail/control/virtualdomains
/var/qmail/users/assign, cdb

e tambem cria os diretorios

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/postmaster/Maildir

O arquivo de senhas pode ser encontrado em:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/vpasswd

Sempre que um dominio novo eh criado, juntamente com ele é criado
o usuario padrao chamado postmaster que posteriormente servira
para administrar o sistema via web com a ferramenta qmailadmin.
O usuario postmaster terá a senha que vc especificou na criacao do dominio.

Agora que ja criamos o dominio vamos a proxima etapa que é criar um usuario

./vadduser pablo@teste.com.br senha

com isto o usuario pablo sera criado, e seu diretorio home sera:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo

No aquivo de senhas /usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/vpasswd 
tera uma entrada do tipo:

pablo:$1$7nqTyLOr$iZKRcKCBSQXta1t1mnoWs/:1:0:Pablo Costa:/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo:50000000:xxxx 

Que representa:
username:senha criptografada:uid:gid:nome:diretorio home:quota:senha nao criptografada

com o comando vuserinfo podemos obter estas informacoes sem olhar no arquivo de senha:

./vuserinfo pablo@teste.com.br
name: pablo
passwd: $1$7nqTyLOr$iZKRcKCBSQXta1t1mnoWs/ 
clear passwd: 123456 
uid: 1
gid: 0
dir: /usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo
quota: 50000000

Uma coisa interessante sao as quotas, ou seja, o espaco em disco
que um usuario pode utilizar.

como referencia 1000000 equivale aproximandamente a um megabytes

Por exemplo podemos por a quota do usuario em 5Mbytes

./vsetuserquota pablo@teste.com.br 5000000

para desabilitar as quotas:
./vsetuserquota pablo@teste.com.br NOQUOTA 

PS: O sistema esta de padrao tem uma quota de 50Mbytes

Para alterar a senha de um usuario
./vpasswd pablo@teste.com.br nova_senha

Para remover um usuario:
./vdeluser pablo@teste.com.br

* Aliases (Apelidos)

Voce pode criar contas que sao apelidos para outras,
para isto basta criar arquivos com o nome .qmail-apelido
na raiz do dominio. Dentro deste arquivo deve ser colocado
uma email por linha.

Por exemplo:

Criamos o arquivo:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/.qmail-webmaster

com o conteudo:

fulano@teste.com.br
ciclano@teste.com.br

Quando o sistema receber algum email enderecado para
webmaster@teste.com.br ele enviara para a lista de
enderecos definida acima.

Tome cuidado para nao criar apelidos, quando uma conta ja
existe. Por exemplo se existe o usuario fulano, voce nao
podera criar o alias .qmail-fulano que nao vai funcionar.

* Maildir

Aqui explicaremos como como e’ a estrutura Maildir
que e’ onde ficam armazenadas as mensagens dos usuarios.

O usuario pablo por exemplo quando recebe uma mensagem nova
ela vai parar em:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/new

Se o usuario pablo ler a mensagem sem remove-la do servidor
ela vai para:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/cur

E para manipulacao de temporarios existe o diretorio:
/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/tmp

Quando vc cria uma pasta no webmail por exemplo com o nome “pasta”

ela vai parar em:

/usr/local/vpopmail/domains/teste.com.br/pablo/Maildir/.pasta
e dentro dela se repetem as estruturas new, cur e tmp

O formato maildir guarda cada mensagem separadamente, ao contrario
do formato inbox que tem um unico arquivo para todas as mensagens

*** qmailadmin

Acessando o endereco: http://mail.teste.com.br/cgi-bin/qmailadmin
vc vai ver a interface de administracao de usuarios do vpopmail
preencha o campos

Conta Principal : postmaster
Dominio : teste.com.br
Senha : senha

Como se trata de um sistema visual, nao vou explicar neste documento
como usar o qmailadmin, mas ele é bastante intuitivo e la voce podera
criar/remover/alterar contas, criar redirecionamentos e listas de email

*** Endereco de templates do qmailadmin:

/usr/local/share/qmailadmin/html/

Todas as paginas que terminam com .html sao templates

O arquivo /usr/local/share/qmailadmin/html/pt-BR
é a traducao do sistema.

*** vqadmin

O vqadmin eh uma ferramenta para o admistrador do sistema de email como
um todo, e o qmailadmin e’ um administrador restrito a um dominio.

Para acessa-lo visite: http://mail.teste.com.br/cgi-bin/vqadmin/vqadmin.cgi
ele pedira usuario e senha pré cadastrada pelo instalador
do sistema.

Como ele vc pode definir os padroes de cada dominio, como por exemplo
a quota padrao dos usuarios.

Por exemplo a partir da tela principal clique em “Mostrar Dominios”
e em seguida pressione o botao “Mostrar Dominios”.
Voce vera a lista dos dominios existentes.

Escolha um para administrar clicando em cima do nome dele.

as opcoes: 

Contas
Redirecionamento
Apelidos
Auto Resposta
Listas de distribuição 

Servem para voce definir o numero deste recurso que estara disponivel
no qmailadmin. Por exemplo se vc fixar contas em 100, no qmailadmin
nao sera possivel criar mais que 100 contas.

Outra opcao interessante eh mudar a quota de um usuario:
clique em “Mostrar Dominios” e em seguida pressione 
o botao “Mostrar Dominios” e a seguir no final da tela
clique em “Mostrar Usuarios”

Escolha o usuario clicando em cima de seu nome, defina quota e pressione
“Modificar conta de email”

Para trocar a senha do vqadmin que fica em:
Utilize o comando:

htpasswd /usr/local/vpopmail/etc/vqadmin.passwd postmaster

PS: A senha so vqadmin eh independente da senha do qmailadmin

*** Os templates do vqadmin estao em:

/var/www/cgi-bin/vqadmin/html
Todas as paginas que terminam com .html sao templates

O arquivo /var/www/cgi-bin/vqadmin/html/pt-BR
e’ a traducao do sistema.

*** Antivirus

Os emails que contiverem virus vao parar numa pasta
em formato maildir que fica em:

/var/spool/qmailscan/viruses/new

Aconselha-se apagar os arquivos da pasta acima de tempos em tempos
para evitar superlotacao do HD

Voce recebera no email postmaster@dominio.com.br as notificacoes dos
emails que continham virus.

Voce tambem pode ver o log dos virus encontrados em:
/var/spool/qmailscan/viruses.log 

* Script de atualizacao

Existe o script: /etc/cron.daily/update_mcafee
que e’ responsavel pela atualizacao diaria do antivirus
se voce quiser pode excuta-lo diretamente:
/etc/cron.daily/update_mcafee 

* Verificacao da versao
execute o comando: /usr/local/bin/uvscan –version

Exemplo de saida:

Virus Scan for Linux v4.16.0
Copyright (c) 1992-2001 Networks Associates Technology Inc. All rights reserved.
(408) 988-3832 LICENSED COPY – Nov 13 2001

Scan engine v4.1.60 for Linux.
Virus data file v4191 created Mar 14 2002
Scanning for 60089 viruses, trojans and variants. 

Veja a linha “Virus data file v4191 created Mar 14 2002″
ela diz qual foi a ultima atualizacao do antivirus.

* desligar o antivirus

Se o computador nao tiver muita memoria (O ideal eh 256M no minimo)
Vc pode desligar a varredura de virus ate solucionar o problema.

Edite o arquivo /service/smtp/run

Comente as linhas

QMAILQUEUE=”/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl”

Deixando-as assim:

#QMAILQUEUE=”/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl”

Comente tambem a linha linha:

#export QMAILQUEUE QMAILINJECT PATH 

Deixe somente assim:

export PATH 

A seguir execute:
qmailctl restart 

* Perlscanner

O qmail-scanner alem de funcionar como antivirus pode funcionar como
um filtro de email para banir certas extensoes que comumente sao virus
como .vbs .pif 

Atraves do sistema de filtros que existe no qmail-scanner podemos colocar certos filtros
no arquivo /var/spool/qmailscan/quarantine-attachments.txt 

no final deste arquivo vc pode especificar seus filtros como por exemplo:

email@dominio.com.br From: “Email Banido”

Ou seja sao 3 campos que devem ser separados por um espaco de Tab.

email From: “Descricao do filtro”

Mas va ao final deste arquivo para ver os filtros
implementados.

Voce vera as extensoes de arquivos que sao proibidas,
pelo fato de invariavelmente conterem virus.

O filtro segue o formato:

Extensao 0 Descricao

O zero signigica o tamanho maximo que o arquivo com determinada
extensao pode ter. Como colocamos zero ele nao permite a extensao.

Apos efetuar qualquer modificacao no filtro executar o comando:

/var/qmail/bin/qmail-scanner-queue.pl -g

Para ele refazer a base de filtros.

Maiores informacoes:
http://exe2bin.com/qmail-scanner/

* Badmailfrom

Muitos virus como NIMDA ou CODERED quando infectam um computador
costumam causar lentidao no servidor de email porque ficam se 
espalhando via email de minuto em minuto.

Isto provoca lentidao na rede e overload no servidor de email
que tem que analisar muitas mensagens com virus.

Para evitar que isto aconteca eu criei uma solucao bastante simples
atraves da utilizacao do arquivo de configuracao badmailfrom do qmail.

Quando colocamos um email no arquivo /var/qmail/control/badmailfrom
o qmail se recusa a receber emails deste REMETENTE antes mesmo de receber
o email, poupando a rede e o servidor de email.

O sistema funciona assim:

Por exemplo o usuario lammer@example.com esta com um virus em seu computador

No primeiro email que lammer enviar ocorrera a seguinte sequencia:

[lammer]—>[email]—>[servidor]—>[qmail-scanner]—>[badmailfrom]

Ou seja, quando o qmail-scanner encontra um virus num email ele coloca
o email do remetente no /var/qmail/control/badmailfrom, evitando que o
sistema receba os proximos emails deste REMETENTE.

O usuario lammer recebera um email informando que sua maquina esta contaminada.

Como nao vamos bloquear para sempre este usuario, colocamos um script que limpa
o badmailfrom de tempos em tempos de acordo com sua preferencia.

/root/bin/badmailfromclear.sh

no crontab tem a linha:

*/30 * * * * /root/bin/badmailfromclear.sh

Que significa limpar o badmailfrom de 30 em 30 minutos

vc pode limpar a qualquer momento executando o comando:
/root/bin/badmailfromclear.sh

Os emails banidos vao parar no arquivo:

/var/qmail/control/badmailfrom

Lembre: este arquivo tem que ter permissao
de qmailq para user e qmail para grupo
e permissao 644

apos mudancas eu se remove-lo e criar novamente
executar:

chown qmailq.qmail /var/qmail/control/badmailfrom
chmod 644 /var/qmail/control/badmailfrom

Voce pode simplesmente editar o arquivo
badmailfrom e remover os emails que quer tirar
da blacklist.

* maildrop

Atraves da utilizacao do maildrop em conjunto com o sqwebmail pode-se
elaborar poderosos filtros de email via web.

Configuracao para o usuario teste@example.com

cd /usr/local/vpopmail/domains/example.com

echo “|/usr/local/bin/maildrop ./teste/Maildir/maildirfilter” > .qmail-teste
chown vpopmail.vchkpw .qmail-teste

cd teste/Maildir

Crie um arquivo chamado maildirfilterconfig
com o seguinte conteudo:

———————————————————————————
MAILDIRFILTER=/usr/local/vpopmail/domains/cbsp.com.br/pablo/Maildir/maildirfilter
MAILDIR=/usr/local/vpopmail/domains/cbsp.com.br/pablo/Maildir
———————————————————————————

chown vpopmail.vchpw maildirfilterconfig

Agora acesse http://www.teste.com.br/cgi-bin/sqwebmail
entre com usuario e senha

Se tudo estiver correto aparecera a opcao: Edit Mail Filters 
no topo da pagina.

Agora vc ja pode editar seus filtros.

Entre com o nome da regra no “Rule Name”

Entre a condicao no bloco abaixo, lembrando que Header pode significar:
From, To, Subject etc.

Escolha a acao e pressione Submit.
Para finalizar pressione “Save All Changes”

*** Sqwebmail

O sqwebmail permite acesso web aos emails.
Ele no momento nao tem traducao para o portugues.
Ele esta disponivel na Url: http://www.teste.com.br/cgi-bin/sqwebmail
Uma caracteristica muito interessante dele eh sua capacidade de editar filtros
de email como mostrado acima e tambem a integracao com o gpg para recebimento
e envio de emails criptografados (Assunto nao tratado aqui).

*** Courier-imapd

O Courier-imapd eh o servidor de imap, importante para o funcionamento do webmail
IMP por exemplo.

sobre ele devemos saber como inicia-lo e como para-lo

/etc/init.d/courier-imap start (inicia o servico)
/etc/init.d/courier-imap stop (para o servico)

*** Logs

Os logs ficam em /var/log/qmail/send/human
com o programa qmailanalog é gerado uma pagina com estatisticas
visiveis em: http://mail.exemplo.com.br/qmaillog

no crontab este processo esta ativado para funcionar
todo dia as 23:59

59 23 * * * /root/bin/qmaillog.sh 

Voce pode mudar este valores para mais vezes ao dia se tiver
mais pressa em ver os logs ou executar manualmente o comando
/root/bin/qmaillog.sh

Referencia:
http://www.lifewithqmail.org/lwq.html

Teste de Relay
http://www.abuse.net/relay.html

 

 

Fonte: http://www.linuxdicas.com.br/section-printpage-24.html